Vitória Rodrigues estreia no GNT

No quintal, à sombra de uma árvore, um celular, um ângulo e um enquadramento comum. A junção destes itens em um só combo, podem dar vida a uma boa foto, uma participação, uma gestão de uma das incontáveis lives que surgiram em 2020 ou a vídeos virais regados de acalanto, paixão e firmeza, que transformam e curam os dias difíceis e de superação que vivemos desde fevereiro. O talento, cuidado e excelência de Vitória para expressar o cotidiano do seu povo e de sua arte, levou-a a receber a proposta de estrear na televisão e levar suas poesias e cordéis ao quadro “De Repente Verão”, na edição de verão do programa Saia Justa, previsto para todas as quartas-feiras de janeiro e fevereiro de 2021.

O cenário descrito inicialmente retrata a última opção, localizado-nos geográfica e politicamente, estamos no Nordeste do Brasil, na cidade de Igací, especificamente no povoado de Novo Rio, agreste alagoano, casa família da atriz, cantora, compositora e cordelista, Vitória Rodrigues.

É neste cenário que Vitória grava a maior parte dos vídeos em que recita suas poesias e cordéis, faz humor e músicas para seus mais de 32 mil seguidores. Seus vídeos mais conhecidos, “Plantando Paz” e “Formigas” retratam as dores e delícias da cultura rural e popular do Nordeste, o poder do coletivo em nossos tempos e reúnem mais de 210 mil visualizações só em sua página oficial, além disso foram compartilhados por artistas como Lázaro Ramos, Taís Araújo, Margareth Menezes, Bruna Linzmeyer, Liniker e Ingrid Guimarães em suas redes sociais.

O programa, que ocorrerá todas quartas-feiras deste período, contará com episódios de temáticas diversas e terá a “conversa poética” e presença de Vitória em quatro de seus oito episódios. O quadro da atriz será revezado quinzenalmente com Maria Bopp, atriz e cineasta, conhecida como Blogueirinha do Fim do Mundo.

Para carregar um currículo extenso como o que tem, Vitoria Rodrigues teve que deixar logo cedo a cidade de Igaci no interior de Alagoas. Durante um ano, juntou todo o dinheiro que tinha para fazer o trajeto que boa parte das populações do nordeste realizou nos últimos anos, migrar para a “cidade grande”, no caso de Vitória, o Rio de Janeiro. No território carioca já estava decidida e destinada, prestaria vestibular para o primeiro curso público de teatro do país, na Escola de Teatro Martins Pena.

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