Vacinação contra a gripe comum começa em Maricá

A Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza, terá início na quarta-feira (14) em Maricá. O município recebeu um quantitativo de 4.900 doses, insuficientes para imunizar o público-alvo.

“A primeira etapa vacinação vai do dia 14 até 10/05. Depois entraram as demais etapas. Na segunda-feira a cidade havia recebido o quantitativo de doses para imunização, número este que dá para a primeira fração da primeira etapa da campanha, já que a quantidade corresponde praticamente ao número dos trabalhadores da Saúde em Maricá”, explicou a subsecretária de Saúde de Maricá, Solange Oliveira.

Inicialmente, a campanha foi dividida em 3 etapas pelo Ministério da Saúde. O grupo prioritário é composto por: crianças de 6 meses e menores de 6 anos, gestantes, puérperas, povos indígenas, trabalhadores da saúde (14/04 a 10/05). A segunda etapa é composta por idosos com 60 anos ou mais e professores; e está prevista para 11/05 a 8/06.

Já a terceira etapa agrupa pessoas com comorbidades, com deficiência permanente, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário, passageiros urbanos e de longo curso, trabalhadores portuários, força de segurança e salvamento, forças armadas, funcionários de sistema de privação de liberdade, população privada de liberdade e adolescentes e jovens em medidas socioeducativas; prevista para 09/06 a 9/07.

Em Maricá, a Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza acontecerá nas 24 Unidades de Saúde da Família (USF), de 8h às 17h, na sala de vacinação das unidades. Como a vacinação contra Covid-19 acontece nos polos de algumas unidades na área externa, em tendas, o fluxo não irá cruzar com as pessoas que irão para vacinar contra influenza. Para vacinar é necessário levar o cartão de vacinação, principalmente das crianças, e documento de identidade.

VACINAS NÃO DEVEM SER TOMADAS AO MESMO TEMPO

Reportagem publicada na edição do último final de semana de A TRIBUNA trouxe informações sobre imunização simultânea. Por ora, o Ministério da Saúde, devido à falta de estudos investigando os efeitos das interações entre os dois imunizantes, sugere que não sejam aplicados simultaneamente. A orientação do governo é que, caso a data de receber as duas vacinas coincida, a imunização contra a Covid-19 deve ser priorizada.

O médico infectologista, Dr. Gustavo Magalhães, também ouvido por nossa reportagem, disse que Devido a falta de informações se uma poderá interferir na resposta vacinal da outra e se poderá aumentar eventos adversos de uma ou das duas vacinas, recomendamos o intervalo de 14 dias entre elas”.

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