União e Estado se unem para intensificar combate à violência

O Governo do Estado e a União assinaram na sexta-feira (12), no Palácio Guanabara, no Rio, um protocolo de intenções para a cooperação integrada e enfrentamento de crimes federais. Em reunião da qual participaram o governador Luiz Fernando Pezão, os ministros Raul Jungmann (Defesa), Torquato Jardim (Justiça) e Osmar Terra (Desenvolvimento Social e Agrário), além do ministro chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, general Sergio Etchegoyen, e representantes de todas as forças de Segurança, ficou definido que haverá um cronograma de encontros para alinhar as ações conjuntas. A presença de forças federais no Rio de Janeiro está assegurada até o fim do ano por decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) assinado pelo presidente Michel Temer.

A reunião foi a segunda dessa fase da integração entre Estado e União – no último dia 4 houve um encontro em Brasília – e já há outra marcada, que ocorrerá no próximo dia 19. O objetivo é estabelecer um plano de metas das forças integradas, coim prestação de contas à sociedade. “Acredito que esse trabalho conjunto será um piloto que vai servir para o país inteiro. Essa integração vai ter que ocorrer, com envolvimento de prefeituras, administrações estaduais e governo federal. Esse é um legado que vamos deixar”, disse Pezão.

Jungmann disse que a cooperação entre as forças de segurança vão ser intensificadas. Explicou que foram definidos “dois produtos” que merecem destaque: um plano de segurança integrado para os governos em 2018 e um conjunto de indicadores de metas e de resultados que permitirão a toda a sociedade acompanhar o desenvolvimento e avaliar os resultados dos nossos esforços. “Também estaremos integrando a esse esforço a própria sociedade civil do Rio de Janeiro que vai ser convidada a participar, e nós esperamos que, na reunião de todas essas forças, possamos ter um ano de 2018 melhor. Na área da Defesa, ao longo do ano de 2017, participamos de 15 operações e mobilizamos mais de 31 mil militares, com recursos investidos, até aqui, de aproximadamente R$ 43 milhões”, afirmou o ministro.

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