UENF ganha nota máxima em qualidade e famosas ficam de fora

UENF ganha nota máxima em qualidade e famosas ficam de fora

Só a UFRJ, a Universidade Estadual do Norte Fluminense e o Instituto Militar de Engenharia conseguiram a nota máxima (cinco) entre as 18 instituições federais de todo o país avaliadas no Índice Geral de Cursos. Na área privada, conseguiram igual classificação apenas a EBAP, Direito (Rio) Ciências Sociais e Matemática, não se incluindo nenhuma das grandes instituições que se apresentam como “as melhores”, e nenhuma mantida por instituições religiosas ou outras particulares com ou sem fins lucrativos.

O estudo oficial avaliou 2.070 instituições e, no total, somente 46 obtiveram os conceitos de um a cinco.

A UENF foi criada no governo do campista Anthony Garotinho.

A UFF, Estácio, Gay Lussac, Unipli, La Salle, Universo, Pestalozzi e Cândido Mendes, não obtiveram destaque.

Mais um

O Grupo Pensi comprou mais um colégio tradicional criado e mantido por famílias de educadores.

Após assumir o Marilia Mattoso, de Niterói, adquiriu o “Magnum”, de Belo Horizonte. Ampliou a sua rede para 52 escolas, dizendo que manterá as estruturas marcantes daquelas instituições.

Nadando no escuro

Não houve o decenal Recenseamento de 2020 e nem vai haver neste ano de 2021.

O governo excluiu a despesa de R$ 2 bilhões programada no Orçamento inicial, deixando apenas R$ 70 milhões para o funcionamento do IBGE manter o sistema de “estimativas”.

Havia esperança de empregos temporários para 210 mil pessoas, mas o concurso seletivo não será realizado.

Os gestores públicos terão dificuldades para planejamento e avaliação dos efeitos da pandemia, o mesmo acontecendo com o setor empresarial, carente de dados para avaliação do mercado.

Tudo ficará no “faz de conta” que a realidade nacional é salutar e precisa, sob um governo expansivo em ações produtivas..

Apanhando sozinho

Lula foi impedido de concorrer à Presidente diante de um conjunto de ações, como a sua prisão, a expansão dos “fake-news” e a ressurreição do macartismo norte-americano do tempo da guerra-fria.

Regente da orquestra dramática um juiz lá de Paraná. Brilhou a ponto de se tornar Ministro da Justiça e sentir no caminho do STF ou até da Presidência da República. E foi aí que desafinou..

O ídolo caiu. Está no anonimato, e desconsiderado profissionalmente.

Não há quem o defenda e ele mesmo perdeu aquela jactância do martelo da Justiça na mão.

Bode expiatório

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, durante sua cerimônia de posse no Palácio do Planalto.

No outro lado está o general Pazuello, forçado a deixar o Ministério da Saúde. Seu antigo e efêmero companheiro palaciano, Fábio Wajngarten foi maldoso ao dizer para a imprensa que coube a ele o erro no atraso da vacinação, por incompetência.

Com a experiência de militante palaciano nas Comunicações, o cidadão quer blindar o Presidente Bolsonaro, quebrando a vidraça do general, agora atuando num setor modesto no Exército, mas com poder de escolher, conceder medalhas e preparar a agenda do Alto Comando.

Ninguém é de ferro

Ancelmo Gois, em sua coluna, atribuiu ao general Pujol a afirmação de que ao cumprir a ordem de não compra vacinas, Pazzuelo “se ferrou e ferrou a gente”. Isto é, manchou a farda.

A insubordinação não é aceitável na caserna.

Outro guerreiro

São Jorge também está sofrendo. A passagem ao dia em seu louvor era tão participava a ponto de merecer um feriado em honra a ele, santo guerreiro.

Mas a pandemia afastou as multidões e o feriado religioso só foi obedecido por alguns setores, como os bancos.

Um grande hospital

Na listagem de prioridades para vacinação, a Prefeitura de Niterói informou ter aplicado a primeira dose em 35.429 trabalhadores da Saúde, sendo que 17.032 receberam a segunda dose. Isto indica que mais de 20% dos vacinados são desta àrea.

É algo compatível como número de idosos acamados: 8.349 e com os 703 vacinados em abrigos.

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