Trânsito é lento em principais vias de Niterói e São Gonçalo

A sexta-feira (19) amanheceu com muita chuva e quem precisa do carro para se locomover terá que usar uma dose extra de paciência. Motoristas que usam a BR-101, entre Niterói e São Gonçalo, no sentido Rio de Janeiro, enfrentam congestionamento; assim como na Ponte Rio Niterói, onde o tempo de travessia no sentido Rio chega aos 21 minutos.

Na Alameda São Boaventura, no Fonseca, uma das principais ligações da Zona Norte e São Gonçalo com Niterói, o trânsito está lento no sentido Niterói. O mesmo acontece na Avenida Roberto Silveira, em Icaraí, e na Avenida Jornalista Alberto Torres, Praia de Icaraí, e também em vias importantes da Zona Norte, como a Rua Noronha Torrezão. Quem também tenta chegar em Niterói pela RJ-104 (Rodovia Amaral Peixoto) também enfrenta trânsito congestionado.

Quem também sai da Região Oceânica precisa se preparar para não atrasar os compromissos. A Estrada Francisco da Cruz Nunes, por exemplo, que liga vários bairros da região, está com trânsito lento na altura de Itaipu. O acesso ao Túnel CafubáXCharitas também tem um pouco de retenção assim como na Av. Quintino Bocaiúva, em Charitas até São Francisco.

Na BR-101, a Arteris Fluminense informou que, às 7h32min, o fluxo estava intenso na pista sentido Rio de Janeiro, do KM 310 (São Gonçalo) até o KM 322 (Niterói). Chove em pontos alternados e a concessionária recomenda que os motoristas tenham cautela na direção. Nos demais trechos da BR-101/RJ, tráfego permanece normal.

A Ecoponte confirmou o trânsito lento às 8h02min no sentido Rio com 21 minutos o tempo estimado para a travessia, com lentidão dos acessos até o Vão Central.

O porteiro Bruno da Costa, 42 anos, confirma que teve dificuldade para voltar para casa na manhã dessa sexta-feira (19). Acostumado a usar aplicativo de mensagens todos os dias para voltar para casa, comumente o valor do trajeto de Icaraí para Ingá, da Avenida Roberto Silveira para a Rua Fagundes Varela, é de R$ 8. Mas por volta das 7h, por causada da chuva, o valor saltou para R$ 18. “Eu fui andando para casa e o valor estava muito a mais do que eu costumo pagar. Sempre que chove acontece isso. Eu esperei um pouco a chuva diminuir e fui andando”, contou.

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