Terminal de Niterói registra baixo movimento no feriadão

A segunda-feira (6) que antecede o feriado da Independência do Brasil é de movimento tranquilo nós ônibus que saem do Terminal Rodoviário João Goulart, no Centro de Niterói, em direção às praias da Região Oceânica. Mesmo com a redução da frota, os coletivos estão partindo vazios.

Segundo informações de despachantes e motoristas, a expectativa é que o movimento permaneça dessa forma ao longo de todo o feriadão, caso o tempo permaneça nublado, o que afugenta os frequentadores das praias. Ainda de acordo com os profissionais, as linhas estão operando com cerca de 70% da quantidade de veículos utilizada em dias úteis.

Frota disponível nesta segunda-feira:

39 (Centro – Piratininga) – 12 carros
OC1 (Centro – Piratininga via Transoceânica) – 8 carros
OC2 (Centro – Itaipu) – 7 carros
OC3 (Centro – Engenho do Mato) – 7 carros

Em dias úteis:

39 – 16 carros
OC1- 12 carros
OC2- 12 carros
OC3- 12 carros

É importante ressaltar que, para está terça-feira (7), a quantidade de ônibus deve ser ainda mais reduzida. Segundo funcionários do consórcio Transoceânico, a expectativa é de que entre 30% a 40% dos ônibus normalmente utilizados nessas linhas esteja em circulação.

Comércio vive baixa expectativa

Para comerciantes que trabalham no Terminal João Goulart a expectativa é de queda em até 30% nas vendas, em relação a dias úteis. Contudo, pessoas que possuem quiosques de produtos no local afirmam que, ainda assim, compensa mais abrir, mesmo com a redução no movimento, do que ficar em casa.

É o caso de Rodrigo Paiva, que possui um quiosque de bijuterias no terminal. O comerciante ainda lembra que os efeitos colaterais da pandemia do novo coronavírus ainda impactam consideravelmente nas vendas.

“A expectativa é muito ruim, menos 30%. A gente já trabalha esperando essa queda. Embora caia em 30%, o que se arrecada durante o dia ajuda a pagar um pouco as despesas. Na verdade a pandemia diminuiu significativamente nosso movimento. Aí combina com o feriado, vai quebrar mais ainda. Mas ainda assim é menos prejuízo funcionar do que ficar em casa”, disse.

Foto: Vítor D’avila

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