Surfista representará o Rio de Janeiro em Campeonato Brasileiro realizado na Bahia

Um novo nome do surf está surgindo no cenário nacional. Nascido em Búzios, Theo Fresia é conhecido pela maneira como surfa, sua harmonia sobre a prancha, aliada a fluidez e  leitura de onda impecável. A maneira como aborda a onda, com grandes rasgadas e um backside sólido, consolida Theo entre os melhores competidores do Brasil. O atleta é Campeão Brasileiro Sub21 e foi o 3º colocado no  QS1500 South Africa Open Of Surfing 2018, na África do Sul, Etapa da divisão de acesso do Circuito Mundial (WQS). Ele está em Itacaré na Bahia para competir o Campeonato Brasileiro Profissional da Confederação Brasileira de Surf. A etapa será realizada do dia 14 a 19 de dezembro. Participam também grandes nomes do surf como Adriano de Souza e Wigolly Dantas.

No dia 4 desse mês, Theo Fresia foi campeão estadual na Praia de Geribá, em Búzios batendo grandes nomes do surfe nacional em uma final eletrizante. O título representa um desfecho feliz após um período em que Theo precisou se desdobrar para treinar e ainda ajudar em casa com as contas.

Theo levou a melhor com uma virada eletrizante, somando 15.25 pontos, seguido do saquaremense Raoni Monteiro, com 14.00 pontos. Leandro Bastos ficou em 3º com 12.90 e Anderson Pikachu, com 12.10 em 4º.

“Foi uma honra competir naquela final. Raoni e o Leandro Bastos cada um tem no mínimo 15 anos de surfe competição. O Pikachu já não é uma promessa, ele é uma realidade do surfe brasileiro. Final de alto nível, todo mundo surfou em alto nível. E ali eu consegui ter as melhores decisões durante os 20 minutos. Tudo se encaixou, consegui pegar as melhores ondas e consegui deixar essa vitória em casa”, afirmou.

Theo começou a surfar com 8 anos de idade, na Praia de Geribá, em Búzios. Tudo aconteceu graças ao irmão, Yuri, que resolveu aprender a surfar em uma escolinha pública. Theo, que é o caçula, foi junto. Filho mais novo, ele sempre foi muito competitivo na disputa com os irmãos. E isso o ajudou a entrar nas competições de surf, aos 10 anos, começando no circuito municipal da cidade.

Depois que competiu pela primeira vez, o surfista começou a pesquisar os calendários dos campeonatos, foi ali que viu que era um “vício”. A família sempre apoiou, o que dá o maior gás para continuar a jornada no surf competição.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.