Sobe para 70 o número de policiais mortos no Estado

Chegou a 70 o número de policiais mortos em todo o Estado. Ontem, o policial militar Carlos Henrique Martins, de 46 anos, foi enterrado Cemitério Jardim da Saudade em Sulacap no Rio. Ele foi morto na noite de sábado próximo ao Complexo de Favelas do Chapadão. Carlos Henrique se junta a uma estatística cruel, onde o subtenente Roterdan Jayme Baptista morto há menos de uma semana em São Gonçalo também faz parte. São quase 8 policiais mortos por mês, em 2016.

O assassinato de Carlos Henrique aconteceu na Rua Celina Paiva, próximo à Via Light, em São João de Meriti. Ele trabalhava no 21º Batalhão. O policial era casado, tinha duas filhas e estava há 21 anos na Polícia Militar. Com esta morte, sobe ainda mais o número de policiais mortos no Estado. Há uma semana da morte de Carlos (no dia 22) o subtenente Roterdan foi morto por traficantes na favela da Lodial, no bairro Boaçu em São Gonçalo. Ele realizava um patrulhamento quando foi alvejado na parte lateral do corpo, na região abaixo de um dos braços.

Até ontem, 294 policiais baleados no Rio de Janeiro, sendo que 70 morreram, sendo que 274 eram PMs, um da Força Nacional de Segurança e trabalhava durante os Jogos Olímpicos. Outros 15 eram policiais civis e 4 eram policiais rodoviários federais. Do total, 181 estavam em serviço.

Outro caso da região aconteceu em junho – no dia 16 – quando um policial lotado no 12º BPM (Niterói) também morreu durante confronto com criminosos. O soldado Carlos Eduardo dos Santos foi morto (por um tiro de fuzil) durante uma incursão na localidade conhecida como Sem Terra, no Morro do Bumba, em Niterói. Também em junho um outro policial lotado no 7ºBPM foi ferido durante uma troca de tiros com criminosos. Os PMs perseguiam dois suspeitos de assaltos no bairro Mutondo. Durante a perseguição os suspeitos também foram baleados, sendo que um morreu no local.

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