Sem o tapete

Governo do Estado entrega pedido de adesão ao novo Regime de Recuperação Fiscal
O governo fluminense entregou na terça-feira (25) ao Ministério da Economia pedido de adesão ao novo Regime de Recuperação Fiscal (RRF). A notícia foi confirmada ontem pela Secretaria de Estado de Fazenda do Rio de Janeiro.
O pedido foi entregue, em Brasília, pelo secretário de Estado de Fazenda, Nelson Rocha, ao secretário especial de Fazenda do ministério, Bruno Funchal. O Governo Federal tem prazo de dez dias corridos para responder ao pedido. Caso a solicitação seja aceita, o estado deverá apresentar um Plano de Recuperação Fiscal com reformas estruturantes em até seis meses.
Para o governador Cláudio Castro, a adesão ao novo RRF permitirá ao estado equilibrar suas contas. “Estamos confiantes que o nosso pedido será aceito e já estamos trabalhando para apresentarmos um plano adequado às atuais condições econômicas do Rio”, salientou o governador.
A Lei Complementar 178/21, que criou o novo RRF, permite o pagamento da dívida junto à União em dez anos, contra os três anos definidos anteriormente pelo RRF de 2017.
Nos primeiros 12 meses desse período, o estado fica livre do pagamento das dívidas com a União e as garantias pelo governo federal. Nos nove anos seguintes, as parcelas serão retomadas gradativamente, informou o Palácio Guanabara, por meio de sua assessoria de imprensa.
O principal objetivo da Secretaria de Estado de Fazenda é desenvolver soluções estruturadas para o estado, que se sustentem no longo prazo.

Estatística precisa ser mais ampla para o combate ao vírus
Tem sido intenso o trabalho das prefeituras na orientação da população para os cuidados sanitários para prevenção diante do amplo contágio do vírus e na adoção de medidas para conter as perigosas aglomerações.
É raro encontrar reclamações sobre falhas nesta missão, da parte dos municípios. Tanto assim que os mais responsabilizados por omissões ou desvios de condutas estão em âmbitos superiores da administração pública.
Mas as prefeituras podem ser mais atuantes com utilização de pessoal não envolvido nas ações diretas dos serviços de Saúde. Uma destas ações deve ser a divulgação de estatísticas. Não se divulgam mais os números de casos de infecções em cada bairro, para ajudar ações mais objetivas onde há mais risco. Não se divulga a qualidade de moradia para os mais afetados pela doença, informação que poderia fazer despontar ações coletivas de autodefesa.
Revela-se percentuais de ocupação de leitos, mas não apontam as escalas de ofertas, de vagas ou os números de mortes por unidade. Igualmente há silêncio em torno dos cemitérios.
As cidades precisam de informações para que as comunidades possam saber como agir em casos de agravamento da situação ou o que fazer para melhorar as condições sanitárias pós-pandemia.

Sem o tapete

Não haverá a festiva devoção religiosa no entorno dos artísticos tapetes de sal no feriado de quinta-feira, 3 de junho, como parte das celebrações pelo Dia do Corpo de Cristo (Corpus Christi) que transporta ao simbolismo da hóstia representando a carne e o sangue de Jesus, oferecidos para a salvação da Humanidade.
As igrejas estão autorizadas a realizar celebrações internas com restrições sanitárias, inclusive só ocupando a metade dos espaços ofertados aos fiéis.
Os maiores tapetes apresentados pela comunidade católica eram produzidos na Avenida Amaral Peixoto em Niterói e na Feliciano Sodré-Moreira César, em São Gonçalo, ambos com quase 1 km de extensão.
Há um motivo a mais para o impedimento da festa: os dois loais recebiam mais gente durante o dia todo em relação à frequência do espaço nos dias desfiles carnavalescos.

E os patinetes?
Antes usados para o lazer, especialmente em Paris, os patinetes passaram a ser acionados por motores, transformando-se numa nova opção de locomoção urbana, superando o uso de bicicletas.
Mas a “onda” não chegou ao Brasil e poderia ser melhor desenvolvida em Niterói, cidade beneficiada com cerca de 100 km de ciclovias, numa situação melhor que nas cidades europeias onde pedestres se queixam do uso nas calçadas.

Irresponsabilidade
A liberdade de expressão tem limites. Isto que não entendem alguns usuários das redes sociais que não apresentam razões para acusações transmitidas, classificando gestores municipais como “corruptos”.
Os atingidos, especialmente prefeitos citados nominalmente, poderiam interpelá-los, exigindo provas.
E mais: deveriam apurar se os insatisfeitos são bem compensados com gordas pensões ou aposentadorias e como acumularam fortunas, se as têm e se vivem na cidade lesada.

Irmã de Bolsonaro está bem


A empresária Vânia Rubian Bonturi Bolsonaro está se recuperando bem dos males da Covid, após apenas oito dias de internação. Enquanto não são finalizados os estudos nos testes a que se submeteu, ele prosseguirá o tratamento em casa.
A sua mãe, Dona Olinda, é previdente. Já tomou a segunda dose da visa. Além da caçula Vânia, ela é mãe de Angela, Maria, Jair Messias, Solange e Renato.

Perigo nos ônibus
O Sindicato dos Rodoviários está alerta diante da circulação do vírus.
Promoveu testes em 217 profissionais e contatou que quatro estavam contaminados.
Entre os rodoviários já ocorreram 61 mortes, pois eles têm muito contato com o público e pouco acesso às vacinas.

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