São Gonçalo realizará censo para saber número de pessoas com deficiência

Para que políticas públicas possam ser melhores planejadas para atender as crianças com Síndrome de Down, o prefeito de São Gonçalo, Capitão Nelson, recebeu um grupo de mães de crianças com a deficiência e ficou dedicido que a cidade irá realizar um censo para obter o número de pessoas com deficiência que residem no município.

“A Prefeitura vai se empenhar para buscar soluções e implementar políticas públicas efetivas para atender a essas crianças e também aos pais, que muitas vezes se veem desamparados em relação aos cuidados que precisam ter com seus filhos”, afirmou o prefeito.

Durante a reunião, as mães destacaram a importância de atividades desenvolvidas pelo governo para o desenvolvimento das crianças e o combate à discriminação contra a pessoa com deficiência. Neste domingo, 21, é Dia Internacional da Síndrome de Down.

“Nenhuma gestão demonstrou de fato o interesse em aplicar políticas públicas que atendam a essas crianças, nunca nos chamaram para conversar e entender nossas reais necessidades. Para nós, é muito importante que o prefeito Capitão Nelson tenha esse olhar de acolhimento e interesse pelos gonçalenses que têm síndrome de down, autismo ou outros transtornos que se tornam esquecidos porque não são aparentes. O interesse do prefeito nos motiva e dá esperança para continuar lutando pelos direitos de todos”, afirmou a procuradora Viviane Perez, que tem um filho com transtorno espectro autista.

 Como forma de auxiliar com informações as mães das crianças, a procuradora Daniele Sant’Anna criou o aplicativo “NitDown Responde”, fruto de seu trabalho de mestrado. O aplicativo, que será lançado neste domingo (21) – Dia Internacional da Síndrome de Down – no Instagram @nitdownoficial e no Facebook Nitdown Oficial, tem o objetivo de tirar dúvidas jurídicas sobre questões que envolvam pessoas com deficiências.

“Através de uma pesquisa selecionei as principais dúvidas relacionadas às questões que envolvam pessoas com deficiência para que elas saibam como agir em caso de violações de direitos. Com uma linguagem simples e acessível, pretendo ajudar o maior número de pessoas possível. Qualquer pessoa com deficiência, ou responsável, pode acessar o aplicativo, que é gratuito, e conhecer o conteúdo”, afirmou Daniele.

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