São Gonçalo em segundo na apreensão de fuzis no estado

Com 13 armas do tipo apreendidas desde o início do ano, o Batalhão de São Gonçalo (7º BPM) foi o segundo mais bem colocado entre todas as unidades do estado no que se refere a apreensão de fuzis. O mais recente ranking de avaliação, até o último dia 28 de abril, foi divulgado pela Polícia Militar, que apreendeu um total de 114 dessas chamadas “armas longas”.

O Batalhão de São Gonçalo só foi superado em ocorrências de apreensões de fuzis pelo BPM de Bangu (14º Batalhão), na Zona Oeste do Rio, com 23 armas do tipo apreendidas. A performance do 7º BPM superou até mesmo unidades consideradas de elite na Polícia Militar, como Batalhão de Operações Especiais (Bope), com 12 fuzis apreendidos, Batalhão de Choque (BPChq), com 6, e Batalhão de Ações com Cães (BAC), com 1 fuzil. O 12º BPM (Niterói) ocupa a 14ª posição no número de fuzis apreendidos no estado, com 2 fuzis apreendidos no período, e o 35º BPM (Itaboraí) está na 18ª posição, com 1 fuzil apreendido.

No levantamento, chama atenção a variedade de armas de guerra, com grande poder de destruição, já apreendidas, quase todas importadas desde o início do ano, e muitas outras que estão em poder de criminosos. Até o momento, já foram retiradas das mãos de criminosos fuzis dos seguintes modelos: AR-15/M16 (83), AK-47 (11), AR-10 ( 8), FAL (6), G3 (2), SKS (1), Steyr AUG (1), e outros (2).

Os mais recentes dados estatísticos do Instituto de Segurança Pública (ISP), referentes ao mês de março, revelam que desde o início de uma série histórica, de 2003, portanto há 17 anos, a modalidade de avaliação sobre “morte por intervenção policial” nunca esteve tão elevada em São Gonçalo. Foram 33 registros do gênero, seguindo uma tendência de alta desde janeiro (17 registros), e fevereiro (26), totalizando 76 somente no primeiro trimestre desse ano. No mesmo período do ano passado foram 47 registros, ou seja, alta de 61,7% nos casos denominados anteriormente como “autos de resistência”. Segundo os dados, em janeiro foram computados cerca de 1 confronto a cada 48 horas, em fevereiro passou para quase 1 confronto por dia, e em março a marca passou de um confronto por dia. 

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