Roubos a comércios disparam em Niterói

Augusto Aguiar –

Os últimos dados divulgados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) na última sexta-feira (15), referentes ao mês de maio, apontaram que a incidência de roubos de veículos e de estabelecimentos comerciais aumentaram nas cidades de Niterói e São Gonçalo. Essas são duas das preocupações das polícias Civil e Militar com a intensificação da vigilância, e em Niterói, com os novos métodos de patrulhamento, como o “Arrastão do Bem”, que busca maior contato com a população e repressão direcionada.

No mês passado, as delegacias de Niterói, de acordo com o ISP, oficializaram 184 registros de roubos de veículos, contra 178 do mesmo período do ano passado, aumento de 3,37%. Em São Gonçalo foram registradas 658 em maio desse ano e 517 em maio do ano passado, crescimento de 27,27%. Comerciantes niteroienses também sofreram mais sendo alvos dos bandidos, com crescimento de 33 registros, em maio de 2017 para 59, no mês passado (+78,78%). Na vizinha São Gonçalo, o aumento foi de 11,47% (61 para 68 ocorrências). Também, em Niterói, a incidência de roubos de coletivos dobrou na comparação de maio 2017/2018. Segundo o ISP, foram 21 e 42 registros respectivamente, aumento de 100%. Nessa mesma modalidade, em São Gonçalo, houve redução de 34,36%, ou seja, queda de 143 (maio de 2017) para 94 (maio de 2018).

Na modalidade de roubo de carga, a intensificação de patrulhamento (em todo estado) também é justificada em Niterói, com aumento de seis registros (maio de 2017) para 18 (maio de 2018), ou seja, aumento de 200%. Em São Gonçalo houve queda, mas dentro de uma incidência de três dígitos, de 145 (maio de 2017) para 138 (mês passado), redução de 4,82%. No combate à criminalidade em Niterói, outras modalidades importante apresentaram queda no mesmo período: roubos a transeuntes (453 a 404), roubos de celulares (99 a 92), roubos de residências (18 a 11), roubos de rua (573 a 538), homicídios dolosos (15 a 9), estupros (9 a 7), e autos de resistências (5 a 3).

Em São Gonçalo apresentaram ainda alta: roubos de transeuntes (+9,77%), de 880 para 966 registros, autos de resistência (8 para 19), roubos de residência (de 8 para 9) e os chamados sequestros relâmpagos (de zero para 3). Em queda ficaram: estupros (33 para 30), homicídios dolosos (33 para 26), roubos de celulares (256 a 164), e os roubos de rua (1.279 para 1.224).

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