Rio: do primeiro caso em Barra Mansa aos mais de 75 mil em 100 dias

No dia 12 de junho, o Estado do Rio havia completado 100 dias do registro do primeiro caso de coronavírus. Desde então os números não pararam de crescer, mesmo com as medidas de isolamento social determinadas pelas autoridades da área de Saúde.

No dia 5 de março, o então secretário de Saúde do Estado, Edmar Santos, informou que o primeiro registro da doença havia sido em Barra Mansa, no Sul Fluminense. Cerca de duas semanas depois os casos já se multiplicavam e a cidade foi obrigada a mudar. No dia 17 do mesmo mês um decreto fechou shoppings e restringiu transportes, entre outras medidas. A Região Metropolitana sofreu um processo de isolamento.

Nesse dia, um registro de óbito passou a ser considerado uma espécie de marco, quando uma senhora, identificada como Cleonilce, de 63 anos, empregada doméstica, moradora de Miguel Pereira, no Sul do Estado, morreu ao contrair a doença de sua patroa, que havia chegado de uma viagem à Itália.

A confirmação de que a morte de Cleonilce se deu em decorrência da Covid-19 ocorreu dois dias depois (19). Os números na pandemia no Rio passaram a ganhar proporções cada vez maiores, e com 100 dias chegou a superar os 75 mil casos e 7,3 mil óbitos. Especialistas confirmaram que a pandemia teria início em classes mais altas, mas com o tempo chegaria nas camadas mais baixas. No dia 2 de junho, o Rio começou a flexibilizar as medidas de isolamento, com horários de funcionamentos de shoppings mais reduzido, por exemplo, e várias atividades ao ar livre liberadas.

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