Rio Bonito ultrapassa 120 mil toneladas em produção agrícola

Com boas parcerias e o empenho de uma equipe comprometida, a Secretaria de Agricultura conseguiu resultados expressivos na produção agrícola nos últimos anos em Rio Bonito. Foram mais 120 mil toneladas de alimentos produzidos somente nos últimos três anos. Segundo a secretária de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, Daniele Rodrigues, o projeto “Plantando o Futuro”, a assistência técnica e capacitação fornecidas pela Emater, e as máquinas da Patrulha Mecanizada foram fundamentais para os bons resultados alcançados.

De 2018 para 2019, os produtores rurais plantaram cerca de 4 mil toneladas a mais de itens, como aipim, laranja e limão. Somente em 2020, mesmo com a pandemia e até o mês de novembro, foram produzidas mais de 33 mil toneladas. Outro destaque desse ano foram as culturas que começaram a ser plantadas na cidade, como abacaxi, cana de açúcar, goiaba, inhame, e palmito.

Daniele explicou que os testes realizados no Complexo Agrícola, em Boa Esperança, foram importantes para mostrar aos produtores que era possível plantar mais do que laranja, limão, aipim e banana, culturas já tradicionais em solo riobonitense.

“A cultura daqui sempre foi produzir laranja, limão, aipim e banana, mas nossa terra dá de tudo, então fizemos no horto (Complexo Agrícola) experimentos para mostrar aos agricultores que sabendo cultivar, pode-se colher de tudo”, afirmou.

Para a secretária, esses experimentos somados a assistência da Emater, deram bons frutos e resultaram na Feira da Agricultura Familiar, por exemplo, – que teve uma pausa por conta da pandemia, mas volta a funcionar nesta semana. Nela, os agricultores tem a oportunidade de vender direto ao consumidor final produtos de qualidade, o que faz diferença na renda de famílias que vivem disso. “A diversificação de culturas trás ao produtor rural um leque maior de possibilidades para oferecer aos consumidores que hoje optam pela agricultura orgânica. E mesmo durante a pandemia, quando as feiras foram suspensas, os produtores continuaram vendendo direto para os consumidores finais”, concluiu a secretária.

Na análise da supervisora local da Emater-RJ, Delaine Arneiro, a parceria com a Secretaria de Agricultura “possibilitou grandes ganhos a nível de áreas de produção, acessibilidade e apoio nas políticas públicas voltadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura – FAO)”.

Ela conta ainda que “a Emater entra com a assistência técnica e o acesso as políticas públicas, enquanto a Prefeitura entra com o apoio do maquinário possibilitando a diversificação das culturas e manutenção das já existentes, proporcionando ao produtor ganho de tempo e aumento de área de produção”.

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