Rio Bonito cria novo protocolo de atendimento

O Comitê Operacional de Emergência (COE) de Rio Bonito elaborou um protocolo para orientar os médicos da cidade a tratarem de forma mais eficaz a Covid-19. A Prefeitura explicou que as medidas em nada tem a ver com o famoso “kit covid”, mas trata-se de um tratamento individualizado com medicamentos para suavizar os sintomas, assim como evitar o contágio.

A orientação do COE é fazer a separação das unidades com pacientes sintomáticos e assintomáticos, assim evitando a ampla contaminação. A cidade vai implantar Ambulatórios de Tratamento Imediato e preparação das unidades de Saúde para realizar atendimentos mais simples e evitar o deslocamento do paciente potencial contaminante.

Para as gestantes e pacientes com algumas doenças crônicas respiratórias e cardiovasculares, os dados científicos atuais estão sendo avaliados para provavelmente inclui-los nos “grupos de risco” para Covid-19 grave. Também é previsto que todo paciente com sintomas de resfriado ou gripe deve ficar imediatamente em isolamento respiratório, procurando atendimento médico. Se o resultado for positivo para Covid, o isolamento deve ser feito dentro dos padrões já estabelecidos.

A nova norma prevê um programa de testagem em massa de indivíduos sintomáticos, assim como reafirma a necessidade de medidas de higiene respiratória, como uso de máscaras, lavar as mãos, distanciamento 1,5 metros em ambientes de trabalho, transporte público, escolas, etc.

Para melhor atender ao paciente nas unidades de Saúde, o COE dividiu os infectados em estágios dos infectados. Desde os assintomáticos, que contraem o vírus e não desenvolvem a doença; passando pelos doentes leves e moderados, quando o quadro clínico se assemelha a um resfriado, leve; até o quadro de doença grave, com febre e/ou infecção respiratória com baixa frequência respiratória.

Há ainda a descrição de doença crítica, quando os pacientes estão com insuficiência respiratória grave por e necessitam de ventilação mecânica, que representam cerca de 5% dos casos sintomáticos e letalidade, dependendo da idade e comorbidades pode chegar a 50%.

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