Projeto incentiva empreendedorismo na Restinga de Jurubatiba

O município de Quissamã participa do projeto “Embaixadores do Jurubatiba”, desenvolvido pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio) e Ministério do Meio Ambiente, com apoio do Instituto Estadual do Ambiente, Secretaria de Turismo do Estado e Companhia de Turismo do Estado do Rio de Janeiro. A formatação do projeto coube ao Sebrae.

A finalidade do projeto é promover a competitividade e o desenvolvimento sustentável dos pequenos negócios, incentivando o empreendedorismo e o fortalecimento da economia no entorno do Parque Nacional de Restinga de Jurubatiba (Parna), criado em 1998.
De acordo com o administrador Marcelo Pessanha, o Parque é considerado por especialistas como a Unidade de Conservação (UC) mais bem preservada do país. Localizado no norte do estado do Rio de Janeiro, ele abrange os municípios de Macaé (1%), Carapebus (34%) e Quissamã (65%), estendendo-se por uma área de aproximadamente 60 km de comprimento por 10 km de largura em planícies arenosas. “Ao longo de toda sua extensão, esse espaço intocado é reduto de diversas espécies da fauna e da flora. A sua vegetação é considerada de fundamental importância para todo equilíbrio ecológico”, destacou.

Várias atividades estão sendo oferecidas ao visitante nos finais de semana, como passeio de caiaque pelas lagoas, em veículo tracionado no trecho entre o Centro de Visitantes e a Lagoa Preta (Quissamã), com possibilidade de banho na lagoa, de barco pelo canal Campos-Macaé, no trecho entre as lagoas Paulista e Carapebus, podendo ser realizado pelo próprio visitante ou através dos prestadores de serviço cadastrados e observação de aves nas trilhas, praia, lagoa e canais, desde que previamente autorizados.

O coordenador de Turismo, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo de Quissamã, Luiz Carlos Fonseca, explicou que a ideia é ter melhor conservação do Parque, a partir da sua utilização pelos visitantes. “A intenção é inibir o lixo, a caça e pesca predatórias no Parque, como forma de preservar a UC”, disse.

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