Projeto de segurança na Ponta D’Areia já está pronto

A Associação de Moradores do Morro da Penha e Portugal Pequeno, na Ponta D’Areia, sinalizou nesta segunda-feira (15) que já está em estágio avançado a mobilização para a instalação, em breve, de até 50 câmeras de vigilância, posicionadas em pontos estratégicos do bairro, com objetivo de aumentar a sensação de segurança. Segundo o presidente da (AMMOPEPPE), Adriano Felício, ocorreram duas reuniões, uma delas com o comando do 12º BPM (Niterói) e outra com representantes de moradores, comerciantes e das indústrias navais instaladas no bairro, onde já está sendo colocada em prática o planejamento para arrecadação de recursos para custear o projeto de monitoramento.

“O projeto já está pronto e teremos entre 48 e 50 câmeras de monitoramento. Os entendimentos agora estão por conta da arrecadação de recursos. O perigo da violência está sendo assustador em todo país e lamentavelmente em nosso bairro, que era tranquilo, mas que há algum tempo começou a sentir esse questão. Ás vezes ocorre do morador ser assaltado na rua por alguém de motocicleta ou de carro. Vale frisar que essas ocorrências não tem relação com a comunidade do bairro, que é pacífica e ordeira. Esses crimes não praticados por gente que vem de fora”, explicou Adriano, acrescentando que entre os “parceiros” nesse projeto está a ONG Viver Bem, que colocará as câmeras diretamente em contato com o 12º BPM.

A instalação das câmeras de segurança para monitorar as ruas do bairro é uma antiga reivindicação dos moradores e, no momento, representa uma importante iniciativa diante da incidência de ocorrências na área. No fim do ano passado, Adriano Felício já havia afirmado que acreditava que moradores e motoristas, sabendo das câmeras operando no bairro devem transmitir uma maior sensação de segurança. A presença dos equipamentos deverá inibir a ação de criminosos. Em maio do ano passado, a instalação dos equipamentos no bairro estava orçado em torno de R$ 45 mil. Esse valor estava previsto para ser custeado na ordem de 40% entre os moradores e comerciantes e 60% entre empresas maiores (estaleiros, por exemplo) em funcionamento na área.

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