Projeto de reconstrução do calçadão de Piratininga está em estudo

Raquel Morais –

O verão está chegando e comerciantes que trabalham na praia se preparam para a melhor época de vendas do ano. Infelizmente essa não é a realidade de Manoel Francisco Silva, ou Maçarico, como é popularmente conhecido. O estabelecimento dele foi atingido após uma forte ressaca na Praia de Piratininga, na Região Oceânica de Niterói. A Prefeitura informou, ontem, que elaborando projeto para resolver a questão do calçadão de forma definitiva.

O antigo quiosque quatro foi interditado após parte do calçadão desmoronar, cerca de 150 metros, com o impacto da ressaca, no dia 24 de abril do ano passado. Especializado na venda de bebidas e comidas, hoje o comerciante só vende alguns petiscos e água de coco. Maçarico disse que a licença para permissão do seu trabalho é renovada de seis em seis meses. “Estou aguardando a renovação. O verão está chegando e estou com medo de não me deixarem trabalhar. Não vejo a hora de voltar para meu quiosque”, comentou.

Morador do bairro desde que nasceu, o comerciante João Vitor Braga, de 24 anos, disse que sempre foi cliente do quiosque e agora permanece fiel ao trailer. O ‘carro’ fica no canteiro central da Avenida Almirante Tamandaré, em frente ao antigo quiosque. “Eu continuo sendo cliente dele e acredito que isso tudo vai se resolver o quanto antes. O verão está chegando e é nessa época que ele vai conseguir vender mais ainda”, pontuou.
Em 2011 o calçadão foi atingido por outra forte ressaca e ficou parcialmente destruído. O local ficou interditado por anos até a ressaca de 2016 tombar parte do calçadão. Na ocasião, o quiosque foi interditado e permanece até hoje.

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