Procon registra redução de atendimentos em 2016

Com a crise econômica do país e a redução do poder aquisitivo da população, o Procon de Macaé apresenta uma diminuição no balanço das atividades entre 1º de janeiro a 26 de dezembro deste ano. Os atendimentos neste período foram de 11.372, número inferior ao mesmo período em 2015, que contabilizou cerca de 12 mil atendimentos.

O secretário de Proteção e Defesa do Consumidor, Carlos José Fioretti Bento, informou que 97,5% dos atendimentos foram solucionados. Ele contabiliza, ainda, 5.919 audiências de conciliação.

“Esses dados estão no Sistema Nacional de Informações de Defesa do Consumidor (Sindec). O perfil desse consumidor atendido é: 53,82% feminino e 46,18% masculino, sendo 1,84% até 20 anos; 15,56% de 21 a 30 anos; 23,92% de 31 a 40 anos; 19,94% de 41 a 50 anos; 19,71% de 51 a 60 anos; 13,06% de 61 a 70 anos e 5,97% acima de 70 anos”, enumerou Fioretti.

O secretário apresenta, também, as estatísticas das demandas atendidas por área. Os serviços essenciais (telefonia, energia elétrica, água/esgoto) foram 35,27%; assuntos financeiros, 24,26%; produtos, 22,02%; serviços privados, 14,99%.

“No início do ano, em janeiro, já é tradicional ter um aumento na demanda de atendimentos, por causa das compras de Natal, do mês anterior. Mas, nos últimos meses, esses números vêm diminuindo. A expectativa é que a queda continue na virada do ano”, explica.

O consumidor que se sentir lesado deve procurar atendimento na sede do Procon, localizada no Centro Administrativo Luiz Osório (Cealo), no Centro, ou nos pontos de atendimento da Barra, Córrego do Ouro e Sana. O atendimento também pode ser pelo telefone (22) 27919088 ou por email: procon@macae.rj.gov.br.

Volta às aulas
Até a primeira quinzena de janeiro, o Procon se prepara para as orientações em relação à lista de material escolar e a contratação de transporte para os estudantes. “Realizamos uma pesquisa e divulgamos o preço do material para auxiliar os pais. A contratação do transporte que vai levar os filhos à escola também deve ser feita com cautela. É preciso que os pais verifiquem se os veículos estão devidamente cadastrados, vistoriados e com a documentação em dia, além de confirmar se o motorista conta um auxiliar, pois isso é obrigatório”, orienta o secretário.

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