Primeira etapa de demolições termina nesta sexta

Pedro Conforte –

A primeira etapa das demolições para obras de alargamento da Avenida Marquês do Paraná, no Centro de Niterói termina hoje, afirmou a Prefeitura. Na segunda-feira (1º) foi publicada no Diário Oficial a desapropriação de mais um prédio, com sete imóveis, entre salas comerciais e um restaurante. Quem passa pelo local diariamente percebe que a obra segue em ritmo acelerado.

Ao longo da via, o maquinário funciona a todo vapor para colocar abaixo os imóveis já desapropriados. Um muro com bandeira do Brasil e parte da fachada de um prédio estava de pé na terça-feira, mas 48 horas depois já havia sido demolido. Tudo já está fechado com tapume e os trabalhadores seguem derrubando os imóveis. Em relação a segunda parte da demolição, em nota, a Prefeitura informou que “está sendo aguardada a ordem de início para a segunda etapa, que inclui a outra parte do terceiro prédio e a demolição das construções de números 225, 294 (fundos) e 298. Após assinada a ordem de início, o prazo de conclusão é de quatro meses”. Em relação a conclusão da primeira parte ela contempla: “o prédio da esquina, o segundo, e parte do terceiro termina hoje, junto com a limpeza do terreno”, afirmou.

O objetivo do projeto é melhorar o fluxo de veículos e a mobilidade na região, com a criação de mais duas pistas na via, além da ciclovia que ligará Icaraí ao Centro. O alargamento da Marquês de Paraná, um dos principais eixos para os veículos que seguem do Centro para a Zona Sul, tenta resolver o gargalo formado no fim da Rua Doutor Celestino por causa do mergulhão Ângela Fernandes. O projeto também inclui a reurbanização até a Avenida Amaral Peixoto, com calçadas dentro das normas de acessibilidade e uma nova praça sobre o mergulhão.

Serão utilizados R$ 11,8 milhões dos R$ 14 milhões já pagos por investidores que tiveram seus projetos aprovados para a região central da cidade. As intervenções serão feitas através de licitação.

“Espero que esse alargamento realmente desafogue esse trânsito para Zona Sul, porque volto do trabalho todos os dias por aqui (Avenida Marquês do Paraná) e um trecho de poucos metros eu levo muitos minutos para atravessar. Niterói tem muitos carros e as ruas não acompanharam”, relatou Arlindo Valente, de 32 anos.

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