Primeira-dama de Niterói usa as redes sociais para defender Rodrigo Neves

“Meu marido tá preso por que?” este foi o questionamento que Fernanda Sixel, esposa do prefeito Rodrigo Neves (PDT), preso em dezembro pela Operação Alameda, do Ministério Público do Estado, um desdobramento da Operação Lava Jato, do Ministério Público Federal. Nesta quinta-feira (10) completou um mês da operação, por conta disso a primeira-dama de Niterói divulgou um vídeo pelas redes sociais ao lado da sogra para defender o marido, com documentos, além de relatar a vida difícil na prisão, onde Rodrigo fica 22 horas dentro da cela.

“Tem um mês que fiz um vídeo que meu marido foi levado sem direito a defesa, de forma abrupta. Passado 30 dias não há provas, ele continua sem ser ouvido e sem receber visitas. Ainda não consegui visitar meu marido. Ele fica preso 22 horas por dia de uma cela. O que muita nos entristece. Ele tem se mantido firme, tem rezado muito e nos dar força para aguentar esta situação”, contou a primeira-dama.

Além de mostrar a situação, Fernanda apresentou documentos, como imposto de renda, relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) mostrando que a família só possuí um bem, que é o apartamento onde eles moram e que desde 2013 (quando assumiu o primeiro mandado). Segundo Fernanda, o Coaf investiga as movimentações bancárias de Rodrigo e nada foi encontrado.

“Como toda família de classe média vamos equilibrando as contas e as vezes nos anrolamos. Nos mês de dezembro, um dia depois dele ser levado, recebi uma carta do Serasa, dívida do cartão de crédito”, contou Fernanda.

Além disso, ela usou as redes sociais para defender as medidas que Rodrigo Neves teve para reduzir o valor das passagens e melhorar as condições do transporte público.

“Assim no primeiro ano que ele assumiu. Unificou e diminuiu as tarifas assim que ele assumiu. Já existia a concessão, o que ele fez foi melhorar para a população, como a vida útil dos ônibus, obrigatoriedade da climatização. Meu marido tá preso por que? Se ele não tem enriquecimento ilícito, como a própria Coaf disse que ele não tem movimentação atípica”, questionou Fernanda Sixel.

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