Prefeito do Rio, Marcelo Crivella, é alvo de operação do Ministério Público e Polícia Civil

O Ministério Público do Rio (MPRJ), por meio da Suprocuradoria-Geral de Assuntos Criminais, e do Grupo de Atribuição Originária Criminal da Procuradoria-Geral de Justiça, e a Polícia Civil, realizam, na manhã de hoje, uma operação para cumprir 22 mandados de busca e apreensão expedidos pelo 1º Grupo de Câmaras Criminais do Tribunal de Justiça do Rio, em endereços ligados ao prefeito do Rio, Marcelo Crivella (Republicanos) .

A operação é decorrente de inquérito instaurado para investigar possível organização criminosa e esquema de corrupção na administração municipal carioca, sendo desdobramento da primeira fase da Operação Hades, executada em 10 de março deste ano. As diligências estão sendo cumpridas em endereços residenciais e funcionais de agentes públicos municipais e empresários na capital, nos bairros da Barra da Tijuca, Jacarepaguá, Tijuca, Flamengo, além de Itaipava e Nilópolis.

Agentes estão em endereços, como o Palácio da Cidade, onde o prfefeito despacha, e investiga um suposto esquema de corrupção na administração municipal. O telefone celular de Crivella foiapreendido. O Grupo de Atuação Originária Criminal (Gaocrim) investiga agentes públicos com foro privilegiado. Não há mandados de prisão. Outros alvos da operação eram Eduardo Lopes, Mauro Macedo e Rafael Alves. Lopes foi senador do Rio pelo Republicanos, e foi secretário de Pecuária, Pesca e Abastecimento de Wilson Witzel.

Macedo foi tesoureiro da campanha de Crivella ao Senado, em 2008, e foi citado em delação sobre o esquema de propina envolvendo a Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do estado, a Fetranspor. Alves, irmão do ex-presidente da Riotur Marcelo Alves, é empresário e foi citado em delações por envolvimento em esquema de propina.

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