Policial federal morto em ataque de criminosos será sepultado em Niterói

Será sepultado neste sábado (15) no Cemitério São Francisco Xavier, no bairro de Charitas, em Niterói, o policial federal Ronaldo Heeren, morto na quinta-feira (13) após ser atacado por criminosos na Favela do Rola, em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio. Heeren, que era de Niterói, tinha 59 anos, dos quais 22 foram dedicados à Polícia Federal. A PF decretou luto por três dias.
O policial foi morto quando realizava uma diligência na comunidade. Um segundo agente conseguiu fugir do atentado e recebeu apoio de militares do 27º BPM (Santa Cruz). Após matarem o policial, criminosos picharam a viatura – descaracterizada – com dizeres como “vai morrer” e iniciais de uma facção criminosa.
Na sexta (14) a Polícia Militar realizou uma operação na comunidade onde o agente foi morto. Até o fechamento desta edição, não foram registradas prisões nem apreensões. Por ter sido assassinado em serviço, a investigação sobre a morte de Ronaldo Heeren ficará a cargo da Polícia Federal, que não informou detalhes.
Em nota, a corporação lamentou a morte do agente e informou que ele trabalhava na Superintendência Regional da corporação no Rio. Quem também lamentou a morre do agente, foi a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF).
“Sua contribuição de 20 anos de serviço na instituição será sempre lembrada por todos os integrantes da Polícia Federal”.
A Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef) também emitiu nota de pesar.
“O presidente da Fenapef enviou condolências aos familiares e a todo o efetivo fluminense. A Fenapef exige uma investigação rigorosa dos fatos e uma resposta à altura, com prisão e condenação dos envolvidos”.
Amigos usaram as redes sociais para prestar homenagens a Ronaldo.
“Conhecia o APF Ronaldo desde a adolescência e seu apelido era Peixe. Deus o receba em sua nova morada”, comentou um amigo.
Outros pediram uma rápida resposta aos criminosos.
“Deus ampare seus familiares, seus pares só tem uma direção. Entrar com tudo na comunidade e somente sair após prisão de seus assassinos. Bloqueio total desta comunidade”, pediu um conhecido.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

nove + 10 =