Polícia recupera carga roubada e apreende fuzil em São Gonçalo

Embora o Instituto de Segurança Pública (ISP) aponte alta nos roubos de carga em São Gonçalo, a polícia segue realizando ações para coibir a prática. Na manhã desta segunda-feira (16), militares do 7º BPM (São Gonçalo) entraram em confronto com bandidos, que estavam transportando itens roubados, na região conhecida como Morro da Viúva.

Segundo informações divulgadas pela unidade policial, um Grupamento de Ações Táticas (GAT) foi direcionado ao local, após denúncia recebida via serviço 190 pelo setor do batalhão destinado a apurar casos de roubo de carga. Os policiais afirmam que, chegando ao local, foram recebidos a tiros por criminosos da região.

Os policiais do GAT afirmam terem revidado, o que iniciou intensa troca de tiros no local. Um suspeito de ter roubado a carga acabou baleado. Ainda de acordo com os militares, o acusado estava com um fuzil, calibre 5.56. O homem, que ainda não foi identificado, foi socorrido ao Hospital Estadual Alberto Torres (HEAT), no bairro do Colubandê.

Fuzil foi apreendido durante troca de tiros – Foto: Divulgação

A Polícia Militar também informou que o caminhão foi localizado e a carga estava intacta. No entanto, não foi divulgado que tipo de item o veículo transportava, assim como o valor total. Não houve registro de funcionários da transportadora feridos. A ocorrência foi registrada pela 73ª DP (Neves), central de flagrantes da região.

Casos em alta

O balanço mais recente do ISP aponta que os casos de roubo de carga, em São Gonçalo, apresentam alta superior a 80%, no mês de junho deste ano. De acordo com os dados, no sexto mês de 2021, foram contabilizados 107 registros na cidade. No mesmo período, no ano passado, foram contabilizados 59 casos. Isto representa alta de 81,4%.

No que diz respeito ao balanço semestral, a tendência também é de alta. Nos seis primeiros meses deste ano, foram registrados 541 casos. Já no primeiro semestre de 2020, a quantidade de registros foi de 450. Isto significa alta de 20,2%. Os dados também são do Instituto de Segurança Pública.

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