Polícia não consegue fazer balística em fragmento que vitimou frentista

Vitor d’Avila

O laudo feito através do fragmento do projétil que vitimou o frentista Arilson Santiago Pinto, não conseguiu determinar de qual arma partiu o disparo. Dessa forma, não poderá ser feita a balística, a fim de identificar se o tiro partiu dos fuzis apreendidos de dois policiais militares.

De acordo com a Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Maricá (DHNSG), responsável pela investigação, o motivo foi a fragmentação da bala. O projétil, antes de atingir Arilson, atravessou a lataria e o banco do carro onde estava o jovem.

Segundo o delegado Mário Lamblet, responsável pelo inquérito, o fragmento perdeu as raias, que são como se fossem a “assinatura” do projétil. Sendo assim, o material será submetido à perícia para identificar de que tipo de arma é originário.

“A gente vai tentar, junto à perícia, saber pelo menos de qual arma seria aquele fragmento arrecadado no corpo da vítima”, explicou o delegado.

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