Polícia começa a ouvir depoimentos sobre morte de motorista de aplicativo

A Polícia Civil começa, nesta segunda-feira (8), a colher depoimentos de testemunhas da morte do motorista de aplicativo Marcos Eduardo da Silva, assassinado na madrugada de sábado (6), enquanto fazia uma corrida no bairro do Porto da Pedra, em São Gonçalo. De acordo com informações preliminares, ele teria reagido a um assalto quando foi baleado.

O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Maricá (DHNSG). Pelo menos quatro pessoas são aguardadas para depor. Entre elas devem estar a jovem de 24 anos, que sobreviveu ao ataque, mas foi baleada na perna; além da irmã dela, que, segundo a polícia, também estaria no carro, mas não foi atingida.

Cabe salientar que, até o momento, não há confirmação da identificação dois criminosos envolvidos. Também segundo dados inciais da investigação, seriam pelo menos dois. A especializada busca imagens de câmeras de segurança da região onde aconteceu o crime. O objetivo é colher filmagens que tenham captado o momento da abordagem ou a fuga dos criminosos.

Marcos Eduardo da Silva, de 23 anos, foi morto durante uma corrida. Segundo relatos iniciais de testemunhas à polícia, ele guiava um Fiat Siena quando foi abordado por dois bandidos. O motorista acelerou o carro e isso teria feito com que os criminosos atirassem. A ação aconteceu na Avenida Joaquim de Oliveira.

A polícia informou que Marcos morreu no local e a passageira atingida foi levada para o Hospital Estadual Alberto Torres (HEAT), no Colubandê, pelo Corpo de Bombeiro. Segundo a direção da unidade, o estado de saúde da paciente era estável, no momento do atendimento. O corpo de Marcos foi sepultado no domingo (7), em São Gonçalo.

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