Plano pretende salvar peixe que vive no caminho do Rota 3

Wellington Serrano –

Um processo técnico de licenciamento ambiental da Petrobras está em curso para obtenção da Licença de Instalação (LI) no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para conservação dos peixes rivulídeos ameaçados de extinção (PAN Rivulídeos) no caminho do gasoduto Rota 3, em Itaboraí. A obra pretende ampliar o escoamento de gás natural dos projetos em operação na área do pré-sal da Bacia de Santos sendo parte da construção da Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN), do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).

Segundo a Petrobras, a ideia é estabelecer mecanismos de salvar essas espécies e anular a perda de habitat em até cinco anos, com ações coordenadas pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Peixes Continentais (Cepta), unidade especializada do ICMBio. A empresa disse que segue orientação do próprio instituto.

“Previamente à execução da obra, ao longo da faixa por onde passará o gasoduto, o Ibama já havia indicado a necessidade de realizar campanhas de levantamento de peixes de espécies denominadas rivulídeos, ameaçadas de extinção”, informou a empresa. Segundo a Petrobras, o estudo técnico já havia sido indicado pelo Ibama pela necessidade de realizar campanhas de levantamento dos peixes ameaçados de extinção.

O Ibama informou que nessa semana vai realizar uma fiscalização para identificar se está sendo feita a campanha de levantamento dos peixes em extinção da Petrobras que já apresentou ao órgão ambiental o novo Plano Básico Ambiental do projeto, que também está sendo avaliado.

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