Paralimpíadas: Mariana D’Andrea conquista o 1º ouro do halterofilismo

A paulista Mariana D’Andrea, de 23 anos, conquistou a primeira medalha de ouro brasileira no halterofilismo na história dos Jogos Paralímpicos. Na madrugada deste domingo, a atleta, da categoria até 73kg, levantou 137 quilos e superou a chinesa Lili Xu, que ficou com a prata (134 quilos). O bronze foi para a francesa Souhad Ghazouani (132 quilos).

“Esperava muito por este momento. Não tem gratidão maior do que ganhar esta medalha após cinco anos de treinamento. Agradeço a todos pela torcida e pela oração. Quero deixar registrado aqui, que se você tem sonho, corra atrás dos seus objetivos e os conquiste”, disse Mariana. Além do ouro da atleta, o Brasil tem outra medalha no halterofilismo paralímpico: a prata de Evânio Rodrigues da Silva nos Jogos Paralímpicos Rio 2016.

Líder do ranking mundial na sua categoria, Mariana tem nanismo. Seu atual técnico, Valdecir Lopes, a viu na rua, em 2015, e a convidou para praticar halterofilismo. Além deste ouro conquistado em Tóquio, a atleta, natural da cidade de Itu, foi ouro na etapa de Tbilisi da Copa do Mundo 2021 e também subiu ao lugar mais alto do pódio nos Jogos Parapan-Americanos de Lima 2019.

Bronze no remo

Outro destaque do começo da manhã no Japão foi o baiano Renê Pereira, que ganhou a medalha de bronze no remo (Single Skiff Masculino PR1) – a segunda da modalidade para o Brasil em todas as edições dos Jogos. A primeira havia sido conquistada nos Jogos de Pequim em 2008, há 13 anos, quando a dupla Elton Santana e Josiane Lima levaram o bronze no barco double skiff misto PR2.

Foto: Takuma Matsushita/CPB

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