PAINEL: RODRIGO NÃO TEME A CRISE NO ESTADO DO RIO

Dois dias após ampla repercussão da gravidade da situação fiscal e financeira do Estado, o ex-prefeito de Niterói entrou em cena e em entrevista exclusiva ao repórter de “A Tribuna” reafirmou a sua condição de pré-candidato a governador para promover a reconstrução do Estado do Rio.
Niteroiense, que tem São Gonçalo na sua certidão de nascimento como tendo vindo ao mundo na cidade vizinha, embora residisse do Morro de Santo Cristo, no Fonseca, Rodrigo Neves tão logo assumiu, promoveu a reabertura e equipou o Hospital Infantil Getúlio Vargas e já recebeu apoio de várias lideranças gonçalenses como o casal Graça-Edson Ezequiel, bem apreciados quando dirigiram aquela Prefeitura.
Na época do seu nascimento, o nível de maternidades de São Gonçalo era superior ao de Niterói. Na antiga Clínica (hoje hospital) São Gonçalo, nasceram figuras importantes da então capital fluminense, cujos pais residiam em Niterói, como os doutores Geraldo Frota e Irídio Silva (criadores da então Unimed São Gonçalo, hoje Unimed Leste Fluminense). Após Geraldo Frota, dirigiu a Clínica São Gonçalo o empresário Stuessel Amóra, e o diretor do Hospital Icaraí, José Egídio, ambos de Niterói. Na mesma posição, se destacam Leônidas Pereira (pediatra) e Luiz Fernando Pires de Mello (otorrino recentemente falecido), além dos doutores Altamiro Belga Vianna.
Rodrigo Neves teve excelente gestão em Niterói, a ponto de eleger, com ampla vantagem de votos como seu sucessor Axel Grael, que o ajudou na recuperação financeira de Niterói, a ponto de criar um Findo Soberano com reservas em caixa de R$ 400 milhões, ponto básico para enfrentar a nascente pandemia, inclusive com a rápida montagem do Hospital Oceânico.

Acabou o “ouro de Moscou”

No tempo da guerra-fria, mesmo sem termos mais relações com a antiga União Soviética, as lideranças classistas e nacionalista eram inibidas de atuação para não serem taxados como beneficiários do “ouro de Moscou”.
Passado o regime militar, iniciada a abertura, e com Bolsonaro mantendo estreita aliança com o ex-Presidente Donald Trump, o Dólar continuou imperando no mundo e, até hoje, nem mesmo colecionadores tem a oportunidade de exibir uma nota do desvalorizado Rublo.
Poucos conhecem a moeda chinesa, que está para ser mudada, com a evolução do dinheiro eletrônico nas transações internacionais e nacionais.

Bolsonarista atacou a China

Joe Biden não teve alegrias para comemorar o seu primeiro ano de governo, e o capitão Bolsonaro nem fez alusão à passagem do seu terceiro ano de comando no Palácio do Planalto. Está mais decadente que o republicano norte-americano e de nada lhe servirá uma possível volta de Donald Trump à Casa Branca.
Nas hostes bolsonaristas, surgiu um novo problema político.
A situação com a China esteve tão difícil que os orientais chegaram a embargar a remessa de carne brasileira, gerando grave crise e até a ameaça do Brasil fornecer matérias primas básica à nação hiper industrializada.
Ernesto Araújo (foto), chegou ao exagero de responsabilizar a China por espalhar o que classificou de “comunavírus”. Como resposta, o nosso grande parceiro comercial retaliou suspendendo a remessa do IFA para a produção de vacinas no Brasil.
Como Deus é brasileiro, a FioCruz passou a produzir o IFA e chegou à honra de produzir vacinas brasileiras.

Partido de Pequim

Agora, uma ação da 7a. Vara Federal Criminal foi apresentada pelo Ministro das Comunicações considerando que o ex-Chanceler cometeu crime de injúria ao acusá-lo de ter favorecido a China no leilão do G-5, conduzido pelo Ministério da Comunicações.
As acusações foram estendidas ao PP, partido de Ciro Nogueira, Fábio Faria e outros políticos do “Centrão”. E ironizou: “este é o Partido de Pequim” (PP).

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