PAINEL: PETISTAS TEMEM ALCKMIN COMO VICE DE LULA

”Vamos votar em Lula e levar os ‘tucanos’ ao Planalto”. Este é o tema idealizado por ‘petistas tradicionais inconformados com a possibilidade do ex-governador paulista Geraldo Alckmin ser consagrado como o vice na chapa do ex-Presidente Lula, em pleno auge da aceitação popular à candidatura do antigo líder metalúrgico.
Eles entendem estar afastado o temor de radicalização, como também os planos para a formação de uma terceira via, e defendem a formação de uma chapa ‘puro sangue’, com o vice saindo dos quadros do partido da estrela. Entre os nomes citados está o do governador do Maranhão, Flávio Dino, que saiu do PC do B e ingressou no PSB, partido ao qual supostamente Geraldo Alckmin iria ingressar, após a rejeição do PSD.
No imaginário temor dos petistas radicais, a elevação de Alckmin seria um passo para se articular o afastamento de Lula, caso seja eleito.
Mas há grupos dirigentes do PT mantendo a tese da união com a participação de um vice nos moldes do falecido empresário José de Alencar para a criação de uma imagem de mudança com um sentimento de união nacional.

O gigante adormecido

Apenas uma placa comunica o encerramento das atividades do amplo supermercado Extra, amplo edifício vermelho dominando a paisagem de São Lourenço, junto à subida da Ponte e situado entre o novo mercado ‘DOM’ e o antigo ‘Mercado Municipal’, prometido ser aberto como um Centro Gastronômico.
Ele era uma das 103 lojas do Grupo Pão Açúcar, adquiridas por R$ 5,2 bilhões pela a Rede Assaí, interessada em dominar o mercado de atacarejo. A transação ocorreu em novembro, quando estava prestes a ser inaugurado o atacarejo ‘DOM’, perto do 12º Batalhão de PM.
A presença do ‘Extra’ era marcante em Niterói, São Gonçalo de outras cidades inclusive em shoppings.
A Rede Assaí não comunica os seus planos de ampliação ou construção das lojas dedicadas a vendas a varejo ou por atacado.
Há mais de uma década, outro grande mercado, o “Carrefour” encerrou suas atividades em Niterói, mesmo dispondo de grande loja e gigante área de estacionamento, junto ao Terminal Norte, que tem intenso movimento, localizado próximo da Hidroviária Rio-Niterói

Caminho da Catedral

A pandemia não paralisou as obras de construção da nova Catedral São João Batista.
Com muita fé, sem perder o apoio dos fiéis, o Arcebispo D. José Francisco Rezende Dias e a equipe construtora conseguiram encerrar o ano de 2021 com a alegria de ter sio superada a fase mais difícil e mesmo visível, que foi a das fundações.
Agora, começam a aparecer os indicadores da fase dos pilares, ou seja, o início da caminhada visível para o alto. É possível imaginar-se a sua inauguração no próximo ano.
O prefeito Axel Grael, empenhado numa ‘repaginação’ do Centro da cidade, certamente há de abrir um caminho ligando a rua Saldanha Marinho ao Caminho Niemeyer passando pelo inativo terreno do estacionamento do antigo supermercado Carrefour
Também seria bom o aproveitamento da obra da nova Estação das Barcas obra prometida em 1972 e a CCR não quis executar. Fundamental para os romeiros oriundos do Rio através da mansidão das águas da Baia de Guanabara.
Seia um marco na gestão de Axel Grael.

Futuro imprevisto

Considerado como destinado a ser Presidente da República, o mais jovial Governador de Estado, Roberto Silveira havia cunhado a frase “para velhos problemas, novas soluções, para o governo nascido cinco anos após a morte do ancião Getúlio Vargas, criador e presidente do PTB.
Sempre investindo ações voltadas às crianças e aos jovens, de olho no seu futuro, antes de completar a metade do mandato analisou que o Secretariado estava limitado à rotina do Poder sem seu ideário de criatividade e dinamismo; e sentenciou: ”Ismélia, vou formar um Secretariado de ‘brotinhos’”.
As enchentes no norte fluminense, de onde era originário, interromperam o seu sentimento e ele morreu em março de 1961.

O outro sonho

Eleito govenador em 1962, para ‘completar’ o mandato de Roberto, o seu irmão, Badger Silveira, dissera a um repórter de “Última Hora” que, apesar da críticas, manteria o clima de austeridade para recuperar o Estado, que passara a ser dirigido por Celso Peçanha, o vice, adversário de Roberto.
”Só começarei a fazer política após o segundo ano de governo”, mas não chegou à segunda metade do mandato, cassado pelo regime militar instalado no país, em substituição ao líder nacional do PTB, João Goulart.

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