PAINEL – NÃO DÁ PARA TIRAR A MÁSCARA

Com a badalação de estatísticas apontando redução dos casos de óbitos e de boa disponibilidade de leitos nos hospitais, é preocupante notar-se que mais de 50% dos brasileiros estão deixando de usar máscaras e descuidando do uso de álcool, além de participar de aglomerações, viajar ou ter contatos com pessoas oriundas de regiões com baixos índices de imunização.

A situação ainda é grave como demonstram situações ocorridas em importantes e bem cuidados colégios levados a suspenderem aulas após a constatação de (baixos) casos de Covid ou de falecimentos de algumas pessoas, embora vacinadas parcialmente.

O vírus continua circulando e é grande o número dos infectados que sequer realizaram testes para a indicação de necessidade de tratamento. Não usando máscaras se tornam transmissores, especialmente às pessoas sem a proteção facial e nem parcialmente vacinadas

Para a OMS a possibilidade de se considerar a pandemia sob controle só será válida quando a média mundial apontar o mínimo de70% de humanos imunizados. Para se obter o domínio desta fase do vírus é indispensável continuar com os cuidados sanitários. Antes o recomendado era duas doses e chegamos à preocupação com a dose de reforço,que não alcançou nem a metade da população. Agora está sendo necessária e está sendo aplicada a quarta dose, embora não tenhamos atingido pelo menos100% da aplicação da dose inicial.

Empresários do setor de serviços do Rio estão otimistas, diz pesquisa

Os empresários fluminenses do setor de serviços mantêm a confiança na retomada econômica e no crescimento dos negócios nos próximos três meses. É o que aponta a pesquisa realizada pelo Instituto Fecomércio de Pesquisas e Análises (IFec RJ), da Federação do Comércio do Rio de Janeiro (Fecomércio), entre os dias 2 e 6 de maio. De acordo com a sondagem, 82% dos entrevistados acreditam que a situação melhore ou que melhore muito. Esse percentual é maior que o registrado na pesquisa anterior, quando ficou em 79,5%.

O levantamento indicou ainda que apenas 13,3% esperam que a situação permaneça igual. Os que estimam que a situação dos seus negócios piore ou piore muito chegaram a 4,7%.

Ainda conforme a pesquisa, 31,4% dos entrevistados consideram que o panorama de seus negócios melhorou ou melhorou muito nos últimos três meses. O número supera o da última sondagem que ficou em 28,3%. Para 31,6%, a situação piorou ou piorou muito e 37% indicaram que permaneceu igual.

A demanda insuficiente foi apontada como o principal fator que limita os negócios. Ao todo 45,2% dos empresários indicaram essa dificuldade. Na sequência, estão as restrições financeiras para 45% dos entrevistados. O terceiro limitador dos negócios é a falta de mão de obra para 13,5% dos empresários. A falta de espaço e/ou equipamentos é problema para 12,3% dos entrevistados.

NÚMEROS ASSOMBROSOS

Os descuidados otimistas precisam conhecer os resultados positivos da guerra contra a Covid, a partir do conhecimento que nossa população passou dos 215 milhões e que não estão sendo vacinados os situados na faixa inferior aos 5 anos de idade.

  • A primeira dose só alcançou 188 milhões de pessoas, faltando chegar a17% da população.
  • A segunda dose chegou a 167 milhões (77% da população ou 83% da população vacinável, isto é, maiores de 5 anos de idade)
  • A 3ª dose, considerada de reforço não alcançou os 50% da população, faltando 10 mil para alcançar pelo menos 100 milhões de pessoas.
  • A 4ª dose começou a ser aplicada neste mês.

O PODER DO VÍRUS

Com todo poder rigoroso de controle da população e das suas fronteiras, a Coréia do Norte perdeu a sua virgindade como país que atravessou dois anos sem a presença do minúsculo vírus, mas ficou chocada com os três casos aparecidos.

A também rigorosa China, que soube controlar a pandemia voltou a se assustar com surtos em algumas aldeias e sofre pressão dos que não aceitam a força do lockdown preventivo.

O liberal EUA, com seu poder econômico e de produção de vacinas, vive a vergonha de ser o líder mundial de óbitos superando a marca de mais de um milhão de vidas perdidas.

VOTO EM SÃO GONÇALO

O município vizinho era identificado como um reduto do brizolismo e com a vitória do Capitão Nelson, passou a ser a grande esperança do bolsonarismo, especialmente após os investimentos em aplicação com recursos da privatização da Cedae.

Mas na eleição estava despontando o peso do apoio dado a Dimas Gadelha pelos ex-prefeitos Washinton Quaquá (PT) e Rodrigo Neves (PDT). Este se afastou há tempo.

Agora o governador Cláudio Castro não reina sozinho: são candidatos a governador, Rodrigo Neves e o ex-deputado, coronel Emir Larangeira, enquanto Quaquá fortalecerá a campanha parlamentar de Dimas Gadelha.

Câmara de Suplentes

Já é difícil saber que é vereador em Niterói

A primeira mudança ocorreu com o falecimento de Carlos Boechat. O suplente, Alexandre Boinha, assumiu, mas foi nomeado secretário Regional abrindo vaga para novo suplente. Na Câmara já estava o suplente Dr. Nazar. Agora vai entrar o quarto suplente, Marcos Sabino, substituindo Binho Guimarães.

A lista é grande e é difícil nominar a quem dirigir ofício com base no resultado da eleição passada.

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