PAINEL: MOURÃO SAI DO CENÁRIO NACIONAL

Confirmada sua exclusão da chapa do capitão Jair Bolsonaro, o general Hamilton Mourão -nome e profissão do pai – é um extremista. Oriundo do Amazonas agora será candidato a governador do Rio Grande do Sul, Estado que consagrou Brizola especialmente na reação ao golpe militar que depôs o gaúcho João Goulart.
Ele decidiu concorrer a uma cadeira no Senado e está indeciso sobre quem apoiar para governador: Onix Lorenzoni (União Brasil) ou Luiz Carlos Heinze ( PP).
Ainda não declarou seu voto para Presidente mas, certamente, estará no palanque do carioca Bolsonaro. Isto será decidido após a definição do partido ao qual se filiará em março, de olho na eleição presidencial seguinte, pois está com 68 anos de idade.
O seu nome traz sempre à lembrança do general Olímpio Mourão Filho, falecido aos 72 anos, detentor da fama de implantador de ditadura. Elaborou o falso Plano Cohen que apressou a implantação do Estado Novo, com Vargas, em 1937. O velho integralista, falecido aos 72 anos , em maio de 1972, defendeu a posse do vice, João Goulart, em 1961. Três anos após estava do outro lado, defendendo a sua deposição. Em 31 de março de 1964, antecipou os planos golpistas, comandando tropas da 4a. Região Militar, sediada em Juiz de Fora, para “ocupar o Rio, tambor do Brasil”.

Guiados ao erro

É muito útil a publicação que visa lembrar as datas dos aniversários dos que compõem os grupos de amigos no Facebook.
Neste período de falta de divulgaçãodos nome das pessoas vitimadas,especialmente pela pandemia,não há estrutura para a retirada dos nomes e dos retratos daqueles amigos já falecidos.
Um assinante com pouco mais de mil aceitações de amizade constatou que nos registros referentes a 32 amigos com datas comemorativas no mês fevereiro, sete não estão mais neste mundo.
Transmitir mensagens comemorativas podem gerar constrangimento e levar outros ao mesmo equívoco. Mas é uma homenagem póstuna.

Outra falha: Muita gente tem de mais de uma data para lembrar a mudança de idade: a do nascimento e a do registro oficial. O Face registra a oficial e não a sentimental.


Cobrança pelas bolsas

A Associação de Supermercados ganhou ações em vários municípios permitindo a cobrança pelas bolsas plásticas de compras.
A alegação favorece quem entende a necessidade de conter a ação poluidora dos plásticos,com a informação de que são jogadas no lixo bilhões destas sacolas e a venda representa uma receita e gastos de R$ 15,4 bilhões.
Há uma variedade no setor com alguns municípios dotados de leis contra a cobrança e outros sujeitos à decisões judiciais favoráveis ao ônus para o consumidor.

Lei vale ou não?

Não há uma legislação estudada e detalhada para regular o tema, o que gera dúvidas à ação dos magistrados e demonstra que os “doutores das leis” não estão preparados para oferecer normas reguladoras, justas e duradouras à sociedade e ao mercado.
Alguns pontos a considerar: as poluidoras embalagens de produtos oriundos da indústria também serão cobradas diretamente aos contribuintes e seu descarte não prejudica o meio-ambiente?
O custo das sacolas já está embutido na fixação de preços, pelos supermercados e a cobrança não representa um adicional?
Conduzindo embalagens com publicidade dos mercados, o consumidor é compensado pela sua atuação como “out-door” ambulante e gratuito em beneficio dos vendedores?
As sacolas bio-degradáveis não possuem vários modelos com diferentes tamanho. Não usam propaganda para a redução de custos em prol dos consumidores.

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