Painel: Governo facilita importação de veículos de outros países do Mercosul

A partir de hoje, os automóveis e os componentes automotivos montados na Argentina, no Paraguai e no Uruguai deixarão de entrar no país com licenciamento de importação, informou o Ministério da Economia. Os controles serão feitos posteriormente, o que, segundo a pasta, tornará a importação mais ágil e barata.

A mudança não prejudicará o setor automotivo brasileiro porque, atualmente, os veículos e produtos automotivos de outros países do Mercosul estão sujeitos a cotas tarifárias estabelecidas em acordos comerciais. A quantidade de automóveis que entrará no país, portanto, não mudará. Apenas o processo será mais rápido e menos burocrático.

Em nota, a Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia informou que a mudança segue os compromissos assumidos pelo Brasil no Acordo sobre Facilitação de Comércio da Organização Mundial do Comércio (OMC) e está inserida na agenda de diminuição da burocracia do governo. As novas regras foram publicadas em portaria no Diário Oficial da União no último dia 26.

Em outra resolução publicada ontem, a Câmara de Comércio Exterior (Camex) zerou a tarifa externa comum do Mercosul para 19 produtos relacionados à aviação. A medida está inserida no regime especial de importação que isenta o setor aeronáutico do Imposto de Importação em aeronaves e aparelhos de treinamento de voo e seus componentes.

Com a decisão, subiu para 887 o número de produtos aeronáuticos isentos de tarifa externa. Segundo a Camex, a medida ajudará a melhorar a competitividade do setor aéreo, afetado pela pandemia de Covid-19.

Brasília e São Paulo temem confrontos no 7 de setembro

Ante as declarações do presidente Jair Bolsonaro de que o 7 de setembro marcará a nova e real independência, quando indicará os novos rumos para o Brasil, os governos do Distrito Federal e de Brasília adotaram amplas medidas para a garantia da ordem.

A Praça dos Três Poderes ficará bloqueada e cinco mil homens foram preparados para evitar confrontos e danos ao patrimônio público na capital federal, onde o atual presidente contará com grande movimentação de forças de apoiadores, que tem sido convocados a darem uma enérgica demonstração de força.

O receio do que possa ocorrer na terça-feira coloca o país num quadro de insegurança, mesmo havendo indicativos das chamadas forças de equilíbrio, indicando estar havendo um esvaziamento na programação de apoio ao governo. Mesmo assim entende-se estar havendo uma fuga de Brasília por pessoas empenhadas em se manter à distância dos grupos em litígio.

PERIGO EM SÃO PAULO

O outro centro de temos de graves ocorrências é o Estado de São Paulo, governado pelo “tucano”

João Dória, já que o presidente Bolsonaro prometeu estar na Avenida Paulista às 15h30min de terça-feira, com o objetivo de “mudar o país sem empunhar uma espada” numa alusão ao ato de Pedro I, às margens do Rio Ipiranga, em 1822.

É ali que se pretende traçar “o retrato para onde o Brasil vai caminhar”.

As forças de segurança paulistas tem procurado dialogar com os promotores de atos contra o governo, chegando a pedir-lhes para assinarem termo de responsabilidade por danos ao patrimônio

público e privado, atribuindo-lhes o dever de conter os manifestantes contra excessos.

ATOS DE VANDALISMO

O grande temor na capital paulista é a repetição de atos de vandalismo praticados pelos “black blocks”, grupos que se tornaram quando da revolta contra o aumento de R$ 0,20 nas tarifas de transportes.

Habitualmente eles agem ao encerramento das manifestações destruindo e invadindo empresas naquela Avenida que é o centro financeiro do país, além de destruírem veículos e de causarem incêndios.

VIGILÂNCIA EXTERNA

A imprensa internacional já sente o momento de desviar para o Brasil as atenções que vêm sendo voltadas para a crise no Afeganistão.

O Brasil tem uma maior importância no cenário mundial maior que o país dos talibãs, pois a desordem é maior não se conhecendo as lideranças de cada setor e estando ausentes as forças moderadora das potências mundiais.

Preferenciais

Mantendo discreto em sua campanha, Rodrigo Neves já tem uma definição: os quatro nomes preferenciais para apoiar como candidatos a deputado.

Há um jogo a definir em relação a dois petistas aspirando o mesmo mandato. O deputado Waldeck Carneiro, ameaçado pela candidatura da vereadora Verônica Lima, que tem a simpatia de Washington Quaquá.

Quando noticiamos que o deputado estaria prestes a ingressar no PSB, ele desmentiu, mas é o caminho a ser seguido pelo candidato a governador pelo PDT.

Duas realidades

Os bancos apresentam exorbitantes lucros. Não remuneram o capital depositado. Cobram tarifas de manutenção de contas e de cartões, exagerando em cobranças de jutos e mora por rápidos atrasos. Ampliaram as demissões com o advento da internet e limitaram horários de acesso ao público.

Mas tudo continua igual em suas portas: o retrato das desigualdades. Sem teto, famílias com fome e vendedores ambulantes se protegendo do sol e da chuva.

Serviço Social é apenas bandeira para a demagogia e o oportunismo.

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