PAINEL: EXPORTAÇÃO DE CACHAÇA SOBE E O RJ É O 4% MAIOR PRODUTO

Mesmo com a crise econômica e a pandemia o setor de cachaça é um dos poucos que teve forte ascensão nos dois últimos anos, apesar das restrições a grandes festas e até de eventos promocionais do produto genuinamente brasileiro, o setor de cachaça é um dos poucos com resultados positivos no período da pandemia e de crise econômica.

O ano passado foi marcado por um crescimento de 38,33% em valores de produção exportada e de 29,52% em volume. A produção superou 7,2 milhões de litros, sendo grandes importadores o Paraguay (1,6 milhões), a Alemanha (1,2milhões )e os EUA com as 909 nil, gerando uma receita de US$ 6 milhões.

Desprezando a mistura com vodca, os norte-americanos preferem a caipirinha com as populares marcas tradicionais, produto sul-americano, e acreditam que além do prazer de um drinque, a caipirinha, com seu alto teor de vitamina C, pode ajudar no combate à gripe, como ocorreu no curso da gripe espanhola quando não existia vacina e a farmacologia não estava bem desenvolvida para enfrentar a gripe.

São Paulo, com 3,1 milhões de litros liderou as exportações, seguido de Pernambuco (1,9 milhões) e Paraná (1,1 milhão),O quarto lugar ficou para o Estado do Rio, com 378 mil litros, superando o tradicional estado de Minas Gerais– produtor d e famosas marcas , em Salinas- e que alcançou 248 mil litros.

Apesar de contar com produtos de qualidade e ser destaque em restaurante de luxo, a cachaça não encontra espaço positivo nas gôndolas dos supermercados fluminenses mais voltados para os vinhos, especialmente chilenos portugueses. Mas não faltam as cachaças em embalagens de plástico e consideradas bebidas de pobre e consideradas “cachaças de pobre”, pois são baratas e geram uma falsa sensação de alimentação .

O silêncio de cada um

Os traficantes estão adotando medidas duras contra o barulho de canos de descarga abertos nas motos, nas áreas dominadas por eles.

Mesmo acostumados ao barulho de tiroteios eles querem fazer respeitar a “lei do silêncio”, preservando suas comunidades e visando a presença repressiva da polícia..

Mas em muitos bairros nas zonas urbanas esta lei não é feita cumprir pelas autoridades municipais. Camelôs-motorizados oferecem produtos hortigranjeiros oferecidos ao berros através de alto-falantes enervantes.

VAZAMENTOS

Ocupantes de casas abandonadas não pagam pelo consumo da água tratada e ignoram os incômodos causados aos pedestres, aos vizinhos e com a deterioração das calçadas.

Certamente imaginam que isto seja um embaraço a eventuais planos de retomada dos imóveis pelos proprietários ou herdeiros, que terão grande dispêndio para obtenção de certidões negativas de débitos, pois a concessionárias haverão de cobrar os atrasados.

É uma questão de inconsciência diante da realidade que impõe a limitação de consumo deste recurso natural.

Cinema Icaraí

A Fundação de Atividades Culturais de Niterói mais uma vez anunciou “para breve” o início das obras de restauração do prédio do Cinema Icaraí, visando a sua reativação como centro cultura.

A fala do presidente André Diniz revela que o projeto limitará para 160 cadeiras o espaço de cadeiras, o que representa um quinto da ocupação da sua inauguração há 80 anos. Estão projetados quatro restaurantes…

Mas não se fala num Museu da Cidade e em planos de resgaste da história dos que desenvolveram a cultura local, em todos os campos, desde a edição de livros e a projeção de grandes artistas plásticos ou musicais.

Vai se repetir a história do Museu do Cinema, espaço ocupado por um grande restaurante, mas contando com um auditório.

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