Painel: Cinema e Museu

Os Atos Oficiais da Prefeitura de Niterói, de sexta-feira, dão conta de ter sido empenhada a verba de R$ 308.169,65 para a empresa Take Serviços, Comércio e Instalação executar o projeto de restauro do Cinema Icaraí; e homologada a licitação do projeto básico para implementação do Museu do Cinema Brasileiro, ao custo de R$ 291.121,64. A vencedora foi a empresa Serpen Serviços e Projetos de Engenharia.
Também foi homologada a concorrência pública para drenagem e pavimentação de logradouros do bairro Jardim Imbui, Serão investidos R$ 9.649.017,95 com redução de 25,5%no custo original. A obra ficará à cargo da Sanerio Construções Ltda.
Somente as Prefeituras de Niterói e de Rio Bonito dão divulgação pública (impressa) de seus atos e os critérios na adoção de suas medidas. Outras escondem os atos “nas nuvens”, dificultando o acesso às informações.

SAÍDA PARA BOLSONARO ESTÁ EM REVOLUÇÃO NA ECONOMIA

O audacioso ‘Plano Real’ foi uma revolução econômica a ponto da cotação do Dólar ter chegado, inicialmente, à paridade com a nova moeda brasileira. A inflação era exagerada como a da Venezuela do ano passado, ocorrendo perdas e ganhos diários de até 80% ao dia. Muita gente enriqueceu com as aplicações ‘overnight’, sistema que mais empobreceu os desafortunados
A dolarização, adotada por alguns países, não deu sorte, com maior empobrecimento dos que não obtiveram sorte com o desconhecimento das regras do mercado.
Um congelamento geral dos preços não estabilizará a economia distorcida pela grande variação de preços e o favoritismo à ganância desumana e exagerada., colocando em risco a própria segurança dos que dela se beneficiam.
O Brasil já foi econômica e socialmente equilibrado quando o sistema permitia justiça dos preços através do critério CLD. O mercado respeitava o valor dos produtos (custo), e aceitava a planificação de critérios para alcançar margens de lucro, calculando-se as despesas para manter saudáveis os negócios.
É impossível, num país de 14 milhões de desempregados, a permissão vigente de diferenças de um para outro mercado o mesmo produto fixar preços até 50% ou até alcançando 300% de diferença.
Precisamos que o governo promova uma revolução na economia, pois ela é mais diabólica que o coronavírus.

Fugindo da tristeza

Um grupo niteroiense está encantado com o paraíso descoberto entre os estados de Alagoas e de Sergipe.
Há uma sucessão de atrações, com belíssimas águas limpas e cálidas, no rio e no mar, mostrado quanto o Nordeste se desenvolveu modernamente, sem sofrer torturas como dificuldades de deslocamentos ou com a hiper movimentação de público.
O grupo gastou apenas 2h30min de voo para Maceió e já estava nas praias quando muitos cariocas, paulistas, niteroienses e argentinos ainda não haviam chegado à metade da viagem de 170 km do Rio para Armação de Búzios.

Jornal de Icaraí: 50 valiosos anos

Nenhuma comemoração foi marcada para celebrar os 50 anos do semanário ‘Jornal de Icaraí’.
Acreditamos que, em 21 de abril, a pandemia esteja vencida, e o jornal surgido do ideal de competente equipe liderada por Jourdan Amóra e Fernando Bonorino possa fazer uma dupla comemoração: as bodas de ouro do primeiro jornal de bairro de ampla e contínua circulação gratuita, e a data que, no “Dia de Tiradentes” de 1972 foi libertado pela DOPS, o seu diretor-responsável, perseguido pelas denúncias feitas contra os escândalos do governo Raymundo Padilha, tanto no semanário como aqui, no diário ‘A Tribuna’.
Mesmo experientes profissionais não acreditavam numa vida duradoura para um jornal de bairro: “Já na sexta edição, estarão esgotados os temas referentes a Icaraí”. Uma inverdade numa região de vida, e uma negação à capacidade demonstrada pela equipe do ‘Jornal de Icaraí’ de encontrar o ouro da notícia em cada rua, em cada ser humano.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.