Opção por modelo de franquia tem fechamento do ano com crescimento de 8%

Raquel Morais –

A Associação Brasileira de Franchising (ABF) apontou que o setor de franquias cresceu 8% em 2017 em todo o país, e Niterói não fica fora da média. O modelo pronto de negócio foi opção de muitos empresários para conseguir driblar a crise e apostar em um segmento, com pelo menos 50% de chande de dar certo. No ramo da beleza, saúde e alimentação o que importa é vencer a crise e solidificar no mercado.

Segundo dados da ABF o salto de 2016 para 2017 foi de R$ 151,2 bilhões para cerca de R$ 163 bilhões, a predominância em 2017 foi do setor de alimentação (34%) e em relação aos empregos gerados no setor, a prévia sinaliza crescimento de 1%, alcançando cerca de 1,2 milhão de trabalhadores diretos. A projeção é de que, em 2018, haja um incremento de 3% no número de empregos em franchising. “A busca por eficiência, novos mercados e por atrair um consumidor receoso se traduziu em muita inovação: novas estratégias de venda, de configuração de ponto comercial, aprimoramentos em produtos e parcerias. Neste movimento, os franqueados com mais de uma unidade tiveram o importante papel de assumir lojas em dificuldade e as cidades do interior, a função de manter viva a expansão”, comentou Altino Cristofoletti Junior, presidente da entidade.

Para Leandro Souza, de 35 anos, sócio-fundador da Espetto Carioca, explicou que quando tinha sua segunda loja percebeu que muitas pessoas pediam para expandir a marca. “Isso nos fez contratar uma consultoria para realizar um estudo de viabilidade de negócio como modelo de franquia. O estudo foi um sucesso, e cerca de 15 meses depois estruturamos a empresa e o modelo para franquear. Entendemos que o modelo de franquias é o modelo mais viável para multiplicar nossa marca e levar nosso jeito de ser por onde for”, lembrou o jovem que tem uma loja em São Gonçalo e vai abrir no mês que vem outra em São Francisco.

O gerente Alexandre Medeiros, 42 anos, trabalha na 40 Sabores, em Icaraí, franquia de picolé e sorvete que a sua irmã investiu no final de 2017. “Escolhemos esse tipo de negócio por saber que é um investimento certo, com possibilidade real de retorno e muitos estudos e pesquisas de como dar certo. A aposta deu certo e não podemos reclamar de vendas nesse um mês de loja aberta”, finalizou.

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