Obras do Mergulhão da Renascença seguem no prazo

Raquel Morais

Niteroienses já se acostumaram com as mudanças no trânsito no entorno da obra da construção do Mergulhão na Praça da Renascença, no Centro de Niterói. As obras estão ocorrendo dentro do cronograma esperado, a movimentação no canteiro de obras é intensa e já é possível ver algumas mudanças no terreno. Tratores, guindastes, retroescavadeiras, caminhões, ferragens, contêineres e muitos operários fazem parte do cenário da obra, que vai dar fluidez ao tráfego de veículos que passarem do Centro para o Fonseca e Avenida do Contorno (BR-101).

A passagem subterrânea terá 150 metros de extensão, tem investimento de R$ 70 milhões e está sendo feita pela Ecoponte, segundo contrato de concessão proposto pela Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT). Mais de mil caminhões de materiais para a escavação vão ser retirados, o que pode girar em cerca de 25 mil metros cúbicos de entulho. Mais de 20 contêineres foram instalados no canteiro de obras, que está cercado de tapumes, para servir de base aos operários que trabalham no local. Um grande buraco está sendo cavado no centro do terreno, onde está acumulando boa parte de entulho, que deverá ser retirado. Também já pode ser observado outra parte de escavações na parte posterior ao viaduto. Na última segunda-feira, A TRIBUNA flagrou muitas malhas de ferros trazidas em caminhões.

A Prefeitura de Niterói divulgou em janeiro que o novo equipamento de mobilidade urbana irá melhorar o fluxo de veículos em um dos principais gargalos do trânsito na cidade: o sinal que fica na Avenida Feliciano Sodré com a entrada da Jansen de Melo, que provoca vários engarrafamentos. Com a passagem subterrânea, quem vem do Centro poderá acessar a Avenida do Contorno e a Alameda São Boaventura sem precisar parar no sinal que fica no cruzamento, nem precisará contornar a Praça Renascença. Quem vier da Zona Norte e quiser acessar o Centro e a Zona Sul passará por cima do mergulhão. Na mesma época 20% das obras já estavam concluídas, mas questionada sobre o atual estágio das modificações, a Ecoponte não se manifestou sobre o assunto até o fechamento dessa edição.

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