O FUTURO DO PSOL NAS URNAS

Com a decisão do deputado federal Marcelo Freixo em concorrer a Prefeito do Rio, ingressando no PSB de Alessandro Molon, o Psol terá de pensar se voltará a ter o sucesso do ex-niteroiense, que foi o segundo mais votado no pleito passado, com 342,4 mil votos, sendo superado apenas por Hélio Lopes, beneficiário do ‘fenômeno Bolsonaro 2018’.

Projetado por sua atuação e cobrando a apuração do assassinato de Marielle Franco, ele obteve o triplo da votação da deputada niteroiense Talíria Petrone, parceira política da ex-vereadora carioca morta, e de grande expressão na área da esquerda.

O professor Tarcísio Motta, vereador no Rio, poderá dividir com Talíria os votos antes destinados a Freixo.

Em Niterói, o Psol teve como candidatos a deputado federal estadual os vereadores Paulo Eduardo Eduardo Gomes e Renatinho, este falecido logo após o pleito municipal de 2020, quando não renovou seus seguidos mandatos no parlamento municipal.

Tornaram-se novos destaques do partido, na ex-capital fluminense, os novos vereadores Professor Túlio, que superou a votação do veterano Paulo Eduardo Gomes, e a também estreante Benny Briolly. 

Vereadores querem trocar cadeiras

Pelo menos seis vereadores empossados no ano passado já estão se articulando como candidatos a deputado.

Pela ordem de votação são os seguintes: Professor Tulio, Paulo Eduardo Gomes e Benny Brioly, do Psol; Verônica Lima, do PT; Fabiano Gonçalves, do Cidadania (que terá o ex-vereador Comte Bittencourt, em dobradinha); Binho Guimarães (PDT); e Douglas Gomes, do PTC.

Também são candidatos os deputados Chico D’Ângelo e Waldeck Carneiro, e mais dois da lista de Rodrigo Neves.

Não se sabe quem o governador Cláudio Castro lançará como candidato por Niterói. Já o PSL, deverá renovar as candidaturas dos que elegeu no pleito passado.

SERVIDORES ESQUECIDOS

Em nota pública, o presidente da Associação dos Funcionários Municipais de Niterói lamenta que, quando da aprovação da mensagem contendo o Plano Plurianual, “mais uma vez os servidores municipais ficaram de fora em relação ao Plano de Cargos e Salários, principalmente os mais humildes, que recebem menos de um salário vigente”.

Esclarece que “sequer foram participados das audiências públicas para discutir ou até mesmo propor a inclusão de propostas no Plano tendo em vista as verbas determinadas no Plano”.

Artur Martins conclui: “Gostaria de apelar ao ilustre prefeito Axel Grael e aos senhores e senhoras vereadores para que se sensibilizem com a situação de penúria dos servidores municipais ativos, aposentados e pensionistas”.

Renovação da alma

Enquanto as emissoras de televisão estão exorbitando na repetição de programas atuais, ou na exibição dos antigos “enlatados” de produção estrangeira e quase sempre dedicados à ação da violência ou à imposição aos brasileiros do modelo e costumes de vida de países mais “avançados”, as emissoras católicas de televisão estão dando aulas de exaltação à beleza da vida e projeção do valor da harmonia humana.

Até os cenários com motivos religiosos são deslumbrantes, e a individualidade de ‘estrelas no vídeo’ é substituída pela alternância de padres e bispos na condução das celebrações e na transmissão dos conhecimentos bíblicos com esclarecedoras homilias.

Os mais aprimorados recursos de imagem e som são aplicados para a garantia do alto nível das programações destas emissoras católicas mantidas através de doações e não por anúncios.

Sem a busca da competição por índices de Ibope, elas buscam a qualidade, e valorizam os artistas e as músicas brasileiras, e não se devotam apenas às melhores músicas sacras, que tocam a alma das pessoas.

Desmascarados

Enquanto Moscou, capital da Rússia, anuncia a volta de quarentena total, e a Inglaterra registra novo pico de casos de Covid-19, na cidade do Rio de Janeiro, onde, nos últimos 30 dias, foram registradas 1.348 mortes por Covid-19, os assuntos predominantes são: o fim da obrigação do uso de máscara, o retorno de 100% das torcidas aos estádios de futebol, réveillon e carnaval de 21 dias no ano que vem. O ‘padrinho’ e entusiasta das agendas mais políticas do que públicas é o prefeito Eduardo Paes. Até então, ele é o nome que pode desequilibrar o jogo político no RJ. No entanto, tem que tomar cuidado para ele próprio não perder o equilíbrio.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

12 + treze =