Novo Terminal

Guedes: auxílio emergencial pode ser renovado se pandemia continuar

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que o governo pode prorrogar o auxílio emergencial, caso a pandemia da Covid-19 se agrave no país e o programa de imunização não atinja níveis suficientes para a maior parte da população. Pelo prazo atual, o benefício será pago até julho.

Segundo o ministro, já existe uma proposta de emenda à Constituição (PEC) aprovada no ano passado, que permite o aumento de gastos para cobrir as necessidades de combate e reflexos da pandemia e, por meio dela, é possível estender o pagamento, como foi feito para este ano.

“Se Deus quiser, teremos dias melhores à frente e vamos celebrar também o fim dessa doença, mas o auxílio emergencial é uma arma que nós temos e pode, sim, ser renovado. Se, ao contrário do que esperamos, se a doença continuar fustigando, e as mortes continuam elevadas, a vacina, por alguma razão não está chegando, tem que renovar, vamos ter que renovar”, afirmou Guedes, ao participar ontem do encontro Diálogos com a Indústria, realizado em um hotel de Brasília, pela Coalizão Indústria, que conta com a Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) e congrega 15 entidades.

Apesar disso, não é com esta possibilidade que o governo está trabalhando neste momento, disse o ministro. “Não é a nossa expectativa hoje. A expectativa é que está avançando a imunização, mas vamos observar. O auxílio é uma ferramenta para uma camada de proteção e, sim, que tem que ser renovado. Hoje achamos que, se a vacinação em massa progride, pode ser que não seja necessário (ampliar o pagamento do auxílio)”, afirmou.

LERNER ACABOU COM A DESORDEM DOS ÔNIBUS

Na série de intervenções para a reorganização urbana de Niterói projetadas na gestão do prefeito Moreira Franco, o arquiteto Jaime Lerner criou os Terminas Norte (Agenor Feio) e Sul (Juscelino Kubitschek), nas áreas aterradas junto à antiga “Rua da Praia”. Para os poucos passageiros necessitados de transbordo para ônibus do outro lado da cidade, mantinha uma linha que criou de kombis gratuitas, se deslocando entre os estacionamentos Norte e Sul, com passagem pela Hidroviária. Mas manteve as linhas circulares.

Mereceu uma crítica de “A Tribuna” pelo sistema de iluminação com o uso de suportes de ferro, uma impropriedade para uso sob a ação da salinidade.

As quatro iniciativa ladeavam a Estação das Barcas e favorecem a circulação nas ruas existentes.

No passado os ônibus tinham seus pontos finais na Praça do Rinque e em ruas transversais, como a José Clemente.

Novo Terminal

Já o prefeito-arquiteto, João Sampaio construiu o Terminal João Goulart, deixando de usar uma área contígua, que permanece vazia. Hoje ele está sobrecarregado. Dispõe de 13 plataformas para 102 linhas de ônibus, sendo acessado diariamente por quase um milhão de pessoas. Muitos ônibus ficam estacionados ao lado do Caminho Niemeyer e do antigo supermercado Carrefour.

Quando idealizou o conjunto projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, o prefeito Jorge Roberto cogitou demolir o gigante Terminal por não ser compatível como conjunto de obras do arquiteto Oscar Niemeyer.

Hoje, entendemos que a opção seria um novo Terminal, com estacionamento subterrâneo, no espaço ocioso e gigantesco do antigo supermercado e a construção de um elevado ligando a futura Catedral de Niterói à Praça JK e a volta do antigo Terminal Sul, espaço hoje restrito a “parada” sem cobertura para os passageiros à espera do transporte.

Privatização

Fachada do edifício-sede da Cedae

Privatizaram a Cedae, que era muito criticada pelos maus serviços, mas gerava lucro de R$ 800milhões ao Estado que, agora, vai receber apenas R$ 22 bilhões pelo patrimônio e fonte de rendas.

Agora a incompetência gestora quer privatizar os Correios arrecadando cerca de R$ 1,5 bilhão para gastos não planejados.

Até a gestão do baiano Correia Lima, a ECT tinha a pontualidade dos correiros de Londres. E mais: o amigo de ACM criou o Sedex, foi para a iniciativa privada e criou a Vaspex, para a antiga Varig, que foi desmontada, como outras companhias aéreas estaduais (Vasp, Pan Air e Cruzeiro do Sul).

Rio Bomba

A Prefeitura de São Gonçalo deveria pleitear ao Estado que parte da do resultado da venda da Cedae seja aplicada na dragagem e retificação do Rio Bomba, dentro de um projeto de urbanização e renovação de moradias, ampliando a oferta de habitações.

A Cedae, que era lucrativa, tinha forte arrecadação no município com mais de um milhão de habitantes – o 16º Mais populoso do Brasil.

Num entendimento com a Prefeitura e a concessionária Águas de Niterói, haveria um beneficio para os dois lados e o cumprimento de uma missão do Estado: combater a poluição da Baía de Guanabara.

O rio é a marca do limite entre Niterói e São Gonçalo e a obra alegraria mais de dois milhões de pessoas, portanto, um eleitorado gigantesco.

Ansioso pela volta

Já tendo completado 89 anos, o monsenhor Elidio Robaina vive a agonia do isolamento em sua modesta casa no alto da Rua Indígena.

Continua cumprido sua missão, inclusive celebrando missas “on-line” e mantendo programas sociais, além da manutenção e melhoria na Capela de São Lucas.

Mas o santo que construiu quase 10% das igrejas católicas de Niterói está aniso pela volta à casa de encontra de seus fiéis e admiradores.

Já tendo recebido as duas doses da vacina, etapa cumprida há mais de um mês, acredita que possa reabrir a Capela até o dia 24, data consagrada a São João, o padroeiro de Niterói.

Bispo Edir e Bolsonaro

A saída do senador Flávio Bolsonaro pode ampliar a insatisfação do Bispo Edir Macedo com o governo.

Marca o esvaziamento do partido que tinha o seu sobrinho, Marcelo Crivella, como o segundo nome em destaque político.

Flávio e o irmão, o vereador Carlos, ficarão sem partido à espera do caminho a ser indicado pelo pai, que também está sem partido.

Edir Macedo está descontente com o governo federal que não interferiu no episódio de destituição do comando da IURD e nada fez para apoiar os mais de 100 membros da seita que foram deportados.

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