Niteroiense participa de expedição marítima da Bahia até Niterói

Raquel Morais

Remadores e velejadores já estão no mar na 4ª edição da Expedição Anamauê, que teve início na quinta-feira (24) em Arraial D´Ajuda (BA) e terá fim em Jurujuba, na base do Centro de Estudos do Mar – CEM, em Niterói. Ao todo são seis atletas sendo dois niteroienses e a previsão de chegada é entre 10 e 20 de janeiro de 2021. Essa é considerada uma das maiores expedições do país com 650 milhas náuticas percorridas sem o auxílio de equipamentos eletrônicos.

A previsão de chegada depende das condições do mar mas em média eles velejam, ou remam, de 30 até 40 milhas náuticas por dia, apenas com bússola e carta náutica. “Fizemos em meio dia nossa primeira parada no trajeto, na ponta do Corumbau, lugar super reservado na Bahia. Nosso destino hoje é Prado. Queríamos ir para Caravelas direto, mas a previsão não é de muito vento.. Mesmo assim mantemos nosso cronograma de navegar/remar por 30 até 40 milhas por dia. Se o vento mudar vamos buscar ir para Caravelas”, contou Douglas Moura, 39 anos, niteroiense e um dos líderes da expedição.

De acordo com divulgação do evento os atletas estão levando seus mantimentos e equipamentos de dormir para quando não tiverem abrigo poderem dormir nas praias mais remotas pelo litoral. A Canoa Havaiana ou Polinésia, são nomes para determinar o esporte que surgiu na região polinésia e que originalmente é conhecido como Va´A, Wa´A ou Waka. A cultura da canoa existe há mais de 3 mil anos e elas foram inicialmente usadas pelos povos polinésios com a necessidade de colonizar novas terras na região polinésia, conjunto de ilhas do Pacífico que incluem Tahiti, Havaí.  

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