Movimento aumenta no Mercado de Peixe São Pedro

Comerciantes do tradicional Mercado de Peixe São Pedro, na Ponta da Areia, comemoram as vendas do pescado nos últimos dias. O movimento está grande no principal ponto de venda de peixe da região. Os preços estão congelados desde 2019, o local está respeitando as regras de funcionamento durante a pandemia do coronavírus e a qualidade do pescado é garantia dos peixeiros. Nessa quarta-feira (31) o galpão funciona de 6h às 18h, na quinta (1) das 5h às 19h, na sexta (2) das 5h às 13h, no sábado (3) das 6h às 18h e no domingo (4) das 6h às 13h.

O aumento no consumo do peixe é maior no período da Quaresma (40 dias entre a quarta-feira de cinzas e Sexta-Feira Santa para os católicos), e nessa semana, a considerada Semana Santa, é ainda maior. O diretor da Associação dos Comerciantes e Amigos do Mercado de Peixe São Pedro, Atílio Guglielmo, garantiu que a entrada e saída estão controladas e no máximo 100 pessoas podem circular no mercadão, que tem 40 peixarias, 20 de cada lado e distribuídas em 300 m².

“O movimento está bom e as pessoas estão com mais tempo e estão vindo mais ao mercado. Fiz um levantamento e desde 2019 os preços não variam e estão congelados, com pequenas variações. As pessoas estão escolhendo muito camarão e peixes mais versáteis, que podem ser feitos de várias maneiras. Fritos, assados, ensopados e outras formas”, explicou.

O camarão está com preço ótimo e varia de R$ 24 a R$ 50 dependendo do tamanho, a corvina varia de R$ 16 até R$ 18, o dourado pode ser comprado de R$ 17 a R$ 20, sardinha de R$ 13 a R$ 15 e xerelete varia de R$ 12 até R$ 15. “Quem quiser ir no mercado tem que estar de máscara obrigatoriamente. Estamos controlando a entrada e medindo a temperatura”, pontuou Atílio.

O comerciante Joselito Silva, 33 anos, do box Bela Sereia, explicou que trabalha há 20 anos e as pessoas nunca pesquisaram tanto os preços como esse ano. “Estão pesquisando o melhor preço, vão até o final do mercado vendo os preços. As pessoas estão sem dinheiro. Os box mais cheios estão afastando cliente pois eles não querem aglomerar. Também estamos vendendo muito no delivery”, finalizou.

Raquel Morais

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