Movimento Advogados Unidos vai brigar pelos processos por danos morais

O movimento Advogados Unidos (AU) vai realizar uma audiência pública nesta quarta-feira (17) a partir das 13 horas na sede da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Rio de Janeiro, no centro do Rio. O objetivo do grupo é debater o fim do projeto do Tribunal de Justiça (TJ) que põe fim aos processos por danos morais e fim do Código de Defesa do Consumidor, entre outras reivindicações da classe. A sessão será no auditório do 9º andar. A sede da OAB- RJ fica na Avenida Marechal Câmara, número 150.

Nessa audiência o movimento vai entregar aos parlamentares um manifesto e um dossiê. A sessão estava marcada para acontecer na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ), porém, a presidência da Alerj, junto com a Força Nacional de Segurança Pública pediu para que fosse adiada por questões de segurança.

O presidente da OAB São Gonçalo, Eliano Enzo, declarou apoio a causa e colocou a disposição o ônibus da Subseção para os advogados que queiram acompanhar e participar também do possível ato. O ônibus sairá da OAB-SG, que fica na travessa Euzelina, número 100, às 11h.

“Eu entendo que devemos estar juntos. Todos os movimentos que buscam apoiar a advocacia e resolver os problemas que temos com o judiciário, com certeza terá o apoio da OAB São Gonçalo. Somos uma Colmeia que trabalha pela coletividade”, destacou o presidente.

Movimento Advogados Unidos – Foi criado há um ano no Rio de Janeiro e já possui 35 núcleos. Alcançou o Estado de São Paulo, Paraná e Bahia. São cerca de 1 mil advogados inscritos e pelo menos 5 mil seguidores nas redes sociais.

“O TJ tem um projeto para acabar com o dano moral há algum tempo. Neste dia 17 vamos fazer uma grande denuncia na Alerj com todos os problemas do Tribunal de Justiça, como juízes que não nos recebem, juízes que não dão gratuidade e aumentam o custo. Tudo o que dificulta a entrada dos clientes contra as empresas, o TJ está fazendo. Conseguimos essa audiência pública e estamos criando um dossiê de diversas sentenças, além de um manifesto”, explicou um dos líderes do movimento, o advogado Diógenes Ferreira, que advoga na cidade de Niterói.

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