Morre, aos 68 anos, Paulo Freitas jornalista de Niterói

Morreu no início da noite desta sexta-feira (07) no Hospital de Clínicas da Alameda, aos 68 anos, o jornalista niteroiense Paulo Freitas, vítima de uma crise hipertensiva que o levou ao infarto isquêmico. Há cinco anos ele lutava contra uma diabete renal crônica e fazia hemodiálise. Paulo completaria 69 anos em 18 de setembro, apesar de ser registrado em 20 de outubro, era casado com Brigida Freitas e deixa três filhos, André Freitas, diretor da rádio Absoluta, em Campos, Thiago Freitas, funcionário de O Globo e David Tadeu Freitas, também jornalista, além de sete netos.

Freitas trabalhou em jornais como A Notícia, Folha da Manhã e A Cidade, em Campos dos Goytacazes. No Rio, trabalhou em O Globo e Jornal do Brasil e foi chefe de reportagem e editor do jornal O Fluminense nos idos de 80 e 90, tendo também atuado no semanal Olho Vivo e trabalhou ainda como diretor de imprensa, consultor parlamentar e chefe de gabinete na Alerj e Câmara Municipal de Niterói.

Paulo Freitas foi um dos fundadores do Jornal Expressão Oceânica, que tinha suas páginas na internet e mantinha um blog com o seu nome. Com um texto crítico e sempre antenado na prestação de serviços através do jornalismo para a população Freitas era impecável em seu ponto de vista ao levar a clareza e a verdade dos fatos.

O velório acontece neste domingo, na Câmara Municipal de Niterói, no Centro da cidade, de 9 às 13 horas. A cremação acontece também no domingo, Cemitério do Cajú, no bairro de mesmo nome no Rio de Janeiro.

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro emitiu comunicado lamentando e se solidarizando com sua família pelo falecimento do jornalista Paulo Freitas.

“Paulo Freitas tem uma história marcante no jornalismo de Niterói e do estado do Rio de Janeiro. Exerceu vários cargos nas redações como repórter, redator, colunista, editor, com a maestria de sua escrita. Era um extraordinário redator, crítico e opinativo. Trabalhou em vários veículos em campos, sua terra natal, no semanário Olho Vivo e em O Fluminense, onde exerceu vários funções”, disse o sindicato.

Segundo o presidente Mario Souza, por onde passou Paulo deixou a marca de seu profissionalismo e inteligência. “Além das redações, foi Assessor Parlamentar na Alerj e Chefe da Assessoria da Câmara de Vereadores de Niterói. Dirigiu o Jornal da Região Oceânica e atualmente escrevia no seu blog. Niterói, o Estado do Rio de Janeiro e o Jornalismo perdem um dos mais destacados jornalistas”, realçou o presidente.

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