Moradores da Ponta da Areia aguardam revitalização do cais

Moradores e pescadores da Ponta da Areia continuam aguardando a revitalização do cais da localidade. O grande deck de madeira está passando por deterioração natural, com parafusos enferrujados e madeiras apodrecidas. Quem vive da pesca chama atenção para essas questões que, quando resolvidas, vão facilitar os trabalhadores.

O subsecretário da Administração Regional do Centro e Ponta da Areia, Adriano Felício, afirma que em 2020, o então prefeito Rodrigo Neves, tinha encaminhado o processo de revitalização do cias e tinha feito a licitação.

“Já tem uma licitação e falta autorização para o início da obra. Essa obra é muito esperada e necessária. A Ponta da Areia se encontra com aspecto muito ruim, vai revitalizar todos os espaços. Vai mudar muito a vida da população”, explicou.

A obra prevê a construção de uma praça que terá o nome Preciosa, além da revitalização das madeiras do cais que estão quebradas em muitos pontos. O pescador Douglas Junqueira, de 48 anos, diz que a situação do cais está muito perigosa.

“Colocamos umas madeiras nos principais pontos do cais que estão com buracos. É um perigo! As pessoas podem cair, tropeçar e até mesmo torcer um pé. Muitas madeiras estão podres e os parafusos já enferrujaram e soltaram. Acho que com essa reforma o turismo no bairro ficará muito mais chamativo”, contou.

O projeto consiste também no aumento do cais em torno de oito metros para dentro do mar, além de modernização do calçamento e até criação de estacionamento para os caminhões serem abastecidos de peixe. Além da construção de uma academia de ginástica e instalação de bancos, para área de convivência. A moradora Maria Aparecida Silva, de 54 anos, também aguarda as melhorias.

“Esse projeto será maravilhoso para a região. Vai melhorar o bairro e vai ajudar centenas de pescadores que vivem da pesca e descarregam seus barcos. É muito melhor trabalhar em um local seguro e aguardamos ansiosos por essas mudanças”, comemorou.

A Marinha do Brasil e a Diretoria de Hidrografia e Navegação foram questionadas sobre a autorização para aumento do cais, mas não se manifestaram., assim como a Prefeitura de Niterói.

Raquel Morais

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