Monique e a babá sabiam das agressões sofridas pela criança

Segundo a polícia, Monique e a babá da criança, Thayná de Oliveira Ferreira, sabiam das agressões sofridas por Henry, numa das vezes que a criança foi agredida pelo vereador, pelo menos no em fevereiro desse ano, portanto antes da morte do menino. Os agentes chegaram a essa conclusão após recuperarem, com autorização judicial, os diálogos que haviam sido apagados do celular de Monique.

Além da prisão do casal, a polícia também cumpriu, na manhã de quinta-feira (8), um mandado de busca e apreensão na casa da babá do menino, no bairro da Taquara, também na Zona Oeste. A investigação apontou que Jairinho praticou sessão de tortura contra o menino semanas antes da sua morte. Os agentes reuniram provas que Thainá, contratada para trabalhar como babá em 18 de janeiro deste ano, sabia que a criança havia sido agredida pelo padrasto ao menos uma vez, em fevereiro.

A babá revelou, ainda, que não foi trabalhar no dia 8 de março, esperando um posicionamento de Monique. Por volta das 8h30, a mãe de Henry telefonou e deu a notícia (chorando): “Você não precisa trabalhar hoje. Henry caiu da cama. Estou em choque, perdi meu bem mais precioso”, disse.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

dois + 3 =