Mistério dos helicópteros em Niterói chega ao fim

Fim do mistério em torno do sobrevoo de quatro helicópteros militares, no centro e Zona Sul de Niterói, na última sexta-feira (9). Se tratava de uma atividade da Marinha do Brasil. A presença das aeronaves despertou a atenção da população que, por meio da internet, passou a debater diferentes teorias sobre qual seria a intenção da atividade.

A Marinha, por intermédio do Comando em Chefe da Esquadra, informou que as aeronaves cumpriram circuito de espera para cruzamento da pista do aeroporto Santos Dumont, a fim de participarem de atividade militar e protocolar no Rio de Janeiro, sem prejuízo da operação e com a orientação daquele aeródromo. O circuito foi realizado sobre as águas do Saco de São Francisco, na Baía da Guanabara, em área livre de edificações e do tráfego de aeronaves.

Além disso, a Marinha afirmou que, após a atividade, que durou cerca de trinta minutos, as aeronaves, responsáveis pelas “relevantes atividades de esclarecimento, busca e salvamento e evacuações aeromédicas na Amazônia Azul”, reabasteceram na área do Complexo Naval de Mocanguê e retornaram para a Base Aeronaval de São Pedro d’Aldeia, na Região dos Lagos.

No entanto, as manifestações dos niteroienses por conta do sobrevoo, até então, misterioso, não passou desapercebida pela instituição. A Marinha revelou que a interferência relatada por alguns moradores será considerada no planejamento dos futuros eventos. A Marinha ainda reafirmou que tem “compromisso de bem servir ao Brasil e ao seu povo, em especial aos moradores da sede”.

Recordando

Quatro helicópteros militares sobrevoaram, em círculos, bairros do Centro e Zona Sul da cidade. As aeronaves puderam ser avistadas de pontos do Centro, Icaraí, Santa Rosa e Pé Pequeno. Segundo relatos, as aeronaves deram dezenas de voltas pelos bairros niteroienses. O inusitado sobrevoo deixou moradores da cidade intrigados e preocupados. “É estranho treinar circulando por vários bairros de Niterói. Nunca houve isso. Não é algo rotineiro. Treinar tem que treinar, mas nunca houve isso por aqui”, afirmou uma moradora, por meio das redes sociais.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

1 × dois =