Ministro Gilmar Mendes manda soltar pesquisador da Fiocruz preso em operação da Polícia Federal

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, ordenou a libertação do pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz, Guilherme Franco Neto, que havia sido preso, no último dia 6, durante a Operação Dardanários, da Polícia Federal.

Na mesma operação foi também haviam sido presos o secretário de transportes de São Paulo, Alexandre Baldy, e o ex-presidente da Junta Comercial de Goiás. Rafael Lousa. Mendes declarou que a prisão temporária não pode ser usada para averiguações nem para forçar a colaboração do investigado. A operação investiga desvios na área da Saúde, envolvendo órgãos federais.

Gilmar Mendes também decretou, em caráter de urgência, a libertação de Rafael e Rodrigo. Segundo Mendes, a prisão temporária não pode ser usada para forçar a colaboração do investigado, acrescentando que o direito à presunção de inocência e apontou que os crimes que são investigados foram cometidos há dois anos.

Na investigação, de acordo com a PF teria ocorrido um “conluio entre empresários e agentes públicos, que tinham por finalidade contratações dirigidas”. Segundo os investigadores, Guilherme Franco Neto é suspeito de intermediar a contratação da empresa Vertude pela Fiocruz.

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