Médico de Maradona tem celulares e computadores apreendidos pela polícia

O médico de Diego Amando Maradona – que faleceu na quarta-feira passada (25) – Leopoldo Luque, teve cinco aparelhos policiais e computadores apreendidos hoje, em meio à investigação sobre a morte do ex-jogador. Agentes realizaram buscas na residência e na clínica de Luque e também apreenderam documentos.

Luque, acusado de homicídio culposo (sem a intenção de matar) e pelo menos à princípio o neurocirurgião não foi convocado para prestar depoimento e nem teve a prisão decretada. A medida tomada pela justiça da Argentina foi iniciada após o depoimento das filhas de Maradona – Dalma, Gianinna e Jana, que afirmaram estar insatisfeitas com o tratamento recebido pelo pai nos dias que antecederam sua morte.

“A investigação e a verificação das provas em andamento continuam, com alguns testemunhos, inclusive parentes diretos”, informou por nota o Procurador-Geral de San Isidro, ao norte de Buenos Aires. De acordo com o resultado preliminar da autópsia, Maradona morreu em decorrência de “insuficiência cardíaca aguda, congestiva e crônica”, que acarretou um acúmulo anormal de líquido no pulmão.

De acordo com as informações, a partir das 6h30 da manhã de quarta-feira (25) até meio-dia, a responsabilidade de acompanhar Maradona passou a ser de uma enfermeira, que já prestou depoimento, e a última pessoa que havia visto Maradona com vida teria sido seu sobrinho. Porém, isso teria ocorrido na terça-feira, às 23h, o que passou a se caracterizar uma contradição. Há uma versão dando conta que o ídolo teria supostamente ficado 12 horas sem assistência, sem a atenção devida.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

9 − oito =