Manifestantes fazem ato em favor de Daniel Silveira na Praia de Copacabana

Deputado federal niteroiense Carlos Jordy esteve presente no protesto

Um grupo de manifestantes realiza desde as 10 horas da manhã um ato em favor do deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ), que se encontra preso por determinação do Supremo Tribunal Federal. O grupo se encontra reunido na Praia de Copacabana, na altura do Rio Othon Hotel. Quem está presente à manifestação é o também deputado federal Carlos Jordy, do mesmo partido e que já foi vereador por Niterói.

De acordo com niteroiense, a situação que acontece com Silveira é “bizarra” e “anômala” e falou para a mãe de Silveira, dona Matilde, que ela está sendo forte em suportar uma situação que “99% das mães do Brasil não conseguiriam passar”. Além disso, falou que o colega sairá da prisão “mais forte do que entrou”.

“Ele (Daniel) sairá muito mais fortalecido do que ele entrou naquela prisão ilegal e inconstitucional. Eu falo praticamente toda a semana na Câmara dos Deputados em favor do Daniel sobre essa situação”, comentou Jordy.

Na segunda-feira da semana passada, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, concedeu à defesa de Silveira um prazo de 22 dias para apresentar suas alegações finais no processo em que é acusado de agressões verbais e ameaças aos ministros da Corte. O prazo foi baseado no tempo que o Ministério Público teve para se manifestar.

Já a Câmara dos Deputados deve analisar nesta semana nova proposta de revogação da prisão do deputado bolsonarista.

Daniel Silveira foi preso a primeira vez em fevereiro deste ano por ataques aos ministros do Supremo Tribunal Federal e foi fazer referência ao Ato Institucional 5, o AI-5, que foi usado pela Ditadura Militar em 1968 para fechar o Congresso Nacional. Já a segunda prisão foi em 24 de junho por desrespeitar o uso de tornozeleira eletrônica. A decisão foi dada pela ministro Alexandre de Moraes, a pedido da Procuradoria-Geral da República, que apontou cerca de 30 violações ao uso do equipamento. Desde então, ele se encontra preso no Batalhão Especial Prisional (BEP).

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