Manifestação de profissionais da educação e saúde movimenta Prefeitura de São Gonçalo

Uma manifestação dos profissionais da educação de São Gonçalo está movimentando as escadas de acesso da Prefeitura Municipal na manhã dessa sexta-feira. Ato público é unificado dos servidores da saúde e educação em prol da garantia de direitos. Professores reivindicam o descumprimento do Termo de Ajuste de Conduta (TAC), a convocação dos concursados aprovados em 2016 além da falta de reajuste salarial. Os trabalhadores da saúde reclamam sobre melhores condições de trabalho.

De acordo com manifestantes o ato é contra a reforma administrativa municipal e pelo cumprimento do TAC com os funcionários da Educação. “O salário dos professores e servidores não sofre reajuste desde 2017. Em 2018 foi feito um TAC com prazos para regularização do piso nacional. Isso não foi respeitado. Os funcionários seguem recebendo o salário de quatro anos atrás”, contou um professor que preferiu não se identificar.

Em assembleia no último dia 18 o Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação de São Gonçalo (Sepe-SG) anunciou a participação no movimento. De acordo com nota a direção colegiada da instituição reuniu-se com o secretário Maurício Nascimento, no dia 12 de agosto, para discutir as sobre descontos nos salários dos profissionais da educação referentes ao movimento de greve e registrados de maneira arbitrária na vida funcional do servidor. O secretário se comprometeu a conversar com o secretário de administração sobre a devolução do dinheiro e a criação de um código, específico de greve, que não prejudique a vida funcional do servidor. O Sepe continuará cobrando a solução para essa questão, solicitaremos nova reunião com a Secretaria Municipal de Educação de São Gonçalo (Semed) para continuar tratando das demandas da Educação; finalizou o informe oficial.

O Sindicato dos Servidores Públicos Efetivos de São Gonçalo (Sindspef – SG) informou que apoiou a causa e entende que estabilidade é muito importante. Sobretudo em São Gonçalo, onde os servidores públicos ficam submetidos a pressões a cada troca de mandato.

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